Gênero – Carta do Leitor. Tema Bullying e Cyberbullying.

GÊNERO- CARTA DO LEITOR

“A carta do leitor é uma maneira de fazer parte da opinião pública!”

Normalmente nos jornais e revistas há um espaço reservado para que a opinião dos leitores seja publicada. Chamada cartas, cartas à redação, cartas do leitor ou ainda painel do leitor. Essa seção costuma mostrar opiniões e sugestões; debater os argumentos levantados nos artigos e fazer críticas a respeito; trazer perguntas, reflexões, elogios, incentivos, solicitar esclarecimentos, etc.

É o espaço reservado ao leitor. É o meio e forma do mesmo expor seu ponto de vista para o veículo de informação, em relação ao assunto lido. É uma arma publicitária para saber o que está agradando ou desagradando à opinião pública.

Segundo Sabrina Vilarinho, da Equipe Brasil Escola, “não há regras estabelecidas para se fazer uma carta no estilo ‘carta do leitor’, a não ser as que já são preconizadas, ou seja, recomendadas ao escrevermos a alguém: especifique o assunto e seja breve; trace previamente o objetivo da carta (opinar, sugerir, debater); escreva em uma linguagem clara, precisa e nunca faça uso de palavras de baixo calão, pois sua carta não será publicada”.

Ao escrever e enviar uma carta para um jornal da cidade ou mesmo de outra localidade, o objetivo do leitor é tornar pública sua ideia e se sentir parte da informação. A carta do leitor é muito importante, pois a mesma pode ser fonte para uma nova notícia, uma vez que ao expor suas considerações a respeito de um assunto, o destinatário pode acrescentar outros fatos igualmente interessantes que estejam acontecendo e possam ser abordados.

A carta do leitor, diferente das cartas pessoais que são privadas, é considerada uma “carta aberta”, por isso é preciso atenção redobrada e certos cuidados ao redigir, uma vez que esta será lida por muitas pessoas, motivo este que torna imprescindível que o texto seja revisado, observando atentamente se há clareza nas frases, se há coerência, se os períodos não estão muito longos e se não há repetições de ideias ou palavras, bem como a observância da pontuação e grafia é fundamental.

Além do exposto acima em relação às normas a serem observadas, é preciso ter muita cautela ao se expor fatos, tendo a certeza de que os mesmos que sejam verdadeiros.

A carta à redação possui as mesmas características estruturais de uma carta pessoal: data, localidade, vocativo, expressão cordial de despedida, assinatura; a carta ao leitor tem uma marca que é só sua: a de co-autoria. Pois as mesmas, às vezes sofrem cortes ou podem ser resumidas por um jornalista. As informações sobre o leitor não são informadas na sua totalidade. Geralmente só o nome a cidade de origem e a profissão.

 

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SEQUÊNCIA METODOLÓGICA PARA O TRABALHO :

Retomada do gênero Carta pessoal.

Mostrando diferentes cartas de leitores de jornais e revistas diversas.

Leitura de diferentes cartas de leitores. Distinção entre fato e opinião.

Análise dos argumentos apresentados.

Posição do leitor em relação ao fato apresentado anteriormente. (critica, concorda, amplia, questiona etc.)

 

Escrevendo cartas, a partir de fatos da comunidade apresentados no jornal da comunidade. Recote e colagem

Buscando novas fontes de leitura, atrelando o tema ( bullying e cyberbullying)  ao gênero em questão.

Revista Nova Escola. Março de 2013. Leitura online ( via Blog) dos textos sobre Cyberbullying.

Escrita de carta dos leitores-alunos para a Revista Nova  em relação aos textos apresentados.

Digitação das cartas,  envio via email (professora), para correção.

Revisão das cartas pelos alunos-leitores.

Envio para a Revista Nova escola.

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7 thoughts on “Gênero – Carta do Leitor. Tema Bullying e Cyberbullying.

  1. Meu entedimento foi que a tecnologia esta tãoo avançada que o bullying esta aumentando. e o cyderbullyng é ainda mais cruel do que o bullying.Nós jovens estamos trocando mensagens via celular e muitas vezes é expostos mais do que deve .
    NA tecnologia tem casos que é muito difícil identificar o (s) agressores (S),e isso que faz com que aumenta a sensacão de impotência.
    A internet faz com que as crianças e os adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugares algum e em momento algum.
    No bullying tradicional , basta sair da escola e estar com os amigos.Mas agora sua
    intimidade esta invadida ,todos podem ver os comentários, fotos etc.
    Nao existe mais privacidade hoje com a tecnologia eo cyderbullying gera mais violência.

    ATENCIOSAMENTE: Cristina tamara radke 9 “B“

    • Prezado Chefe de Redação, da Revista Nova Escola
      É estranho pensar como o poder político ainda não tomou medidas mais drásticas para conter esse desprezo, essas agressões tanto físicas como verbais, que chamamos de Bullying e Cyberbullying. Bullying, que no termo em inglês quer dizer “brigão, machão…”. Então o senhor não acha que está na hora de mudar? Mas mudar os pensamentos das pessoas, como por exemplo: todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar atos maldosos e perversos, então por que não mudar a cabeça desses jovens logo cedo? Por que não mudar a atitudes deles? São perguntas que nos fazemos todo dia.
      Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. Muitos são os “e-mails ameaçadores, mensagens negativas em site de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores a vítima”, chamado de Cyberbullying. No Brasil, esses casos vem aumentando a cada dia que passa, embora saibamos que alguns são identificados.
      Para agredir de forma virtual, não é necessário ser o mais forte, pertencer a um grupo ou ter coragem de se manifestar em público, no pátio da escola ou da classe. Basta ter acesso a um celular ou à internet e ter uma mente diabólica. Por isso, muitos desses novos agressores nem sabem dizer por que fazem o que fazem, e pior, passam de forma muito rápida mensagens difamatórias.
      Então, não está na hora de agir? Cada um no seu espaço, de forma consciente.

      Atenciosamente
      Sibele Thuise de Almeida

    • Senhor Diretor da Revista Nova Escola

      Através da presente, me dirijo a Vossa Senhoria, para opinar sobre um tema tão discutido nas escolas e na mídia: o Bullying e o Cyberbullying, que requer cada vez mais atenção das autoridades, pais professores, diretores e sociedade em geral.
      Acredito que, se um tema como este for bem trabalhado com nós alunos, professores e demais, vamos juntos conseguir com que o índice de casos do mesmo (o Cyberbullying) diminua, mesmo sabendo de que nunca iremos fazer com que ele pare completamente de ocorrer na sociedade. Temos vários fatores para acreditar nisso, pois há sempre aquele “engraçadinho” que gosta e tem o prazer de ver e querer mal do outro.
      Com isso, devo informar que o Cyberbullying é a decorrência do bullying “normal” que vem ocorrendo em escolas “mundo a fora”, mas lembrando de que o Cyberbullying é muito mais constrangedor, pois quem sofre não sabe bem de onde partiu e onde vai parar devido à grande maioria ter acesso aos meios tecnológicos, basta estarem ligadas às redes sociais.
      Mas se fizermos cada um a sua parte e correndo atrás de nossos simples deveres, tudo vai encaixar, mas para isso deve haver em cada um de nós, uma Educação para o bom uso das novas tecnologias.

      Atenciosamente,

      Kevin Douglas Taborda
      9º C – Colégio Estadual Eron Domingues

    • Marechal Cândido Rondon, 15 de março de 2013.

      Caro redator da Revista Nova Escola.

      O bullying é um problema muito grave que está sempre presente no dia-a-dia do nosso colégio e de todos os demais, independente de região ou estado. Além disso, temos outro tipo de violência por aí, o cyberbullying, muito mais perverso e veloz.
      Se antigamente sofrêssemos bullying, era só tentar resolver na secretaria do colégio, juntamente com os pais professores e coordenadores, ou, se não conseguíssemos resolver, virava caso policial, e os agressores pagavam com serviço comunitário.
      Mas, com esta nova forma virtual de bullying, o cyberbullying, via internet, está provocando sérios danos aos envolvidos, nem sempre a Rede é segura.
      Os agressores estão criando comunidades nas redes sociais e compartilhando com outras pessoas, que nem conhecem e estes por sua vez, também julgam e praticam o cyberbullying.
      Conforme textos que lemos da revista Nova Escola, relatam que Raissa, de 13 anos, conta que os próprios colegas de sua classe criaram uma comunidade no ‘Orkut’ em que compararam fotos dela com as de mulheres menos bonitas. Tudo por causa de seu corte de cabelo. Ela acrescenta: “eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse logo”.
      Gostaria de entender por que ou o que os jovens ganham oprimindo essas pessoas? Sensação de poder? Se for, é uma falsa sensação e, além disso, esse agressor pode estar se prejudicando, pois cedo ou tarde algo grave pode lhe acontecer, pois muitas vezes a vítima ou a pessoa agredida se revolta contra o agressor.
      Agradeço pela forma encontrada pela Revista, em disponibilizar vários textos via online para leitura e por alertar os jovens de quanto este tipo de prática é prejudicial.
      Certamente com mais informações, o efeito será positivo.

      Atenciosamente

      Giovanna Wunder Hening.

      Aluna do 9º Ano do Colégio Estadual Eron Domingues.
      Marechal Cândido Rondon. PR.

    • Prezado Chefe de Redação da Revista Escola.
      Li vários textos via Blog de Língua Portuguesa, postados na Revista Nova Escola, inclusive acesso também a exemplares da revista impressa, do mês de março, que trata sobre o cyberbullying. Concordo com o que foi apresentado e argumentado.
      Os adolescentes de hoje em dia, nos colégios, sofrem bullying, praticamente por qualquer motivo, seja ele porque estar mal vestido, pelo modo que fala, pela aparência, ou até mesmo por fazer sempre os trabalhos e tarefas, ou seja, ser considerado Nerd.
      Quem está sofrendo, não conta para os quatros cantos, geralmente sofre em silêncio, mesmo muitos que não sofrem bullying, reclamam porque os que sofrem são quietos e não regem. O medo toma conta da sua consciência, e assim, a vítima fica excluída e calada.
      Este assunto é muito delicado. A vítima vai se sentindo cada vez mais humilhada, intimidada e tem medo de ir à escola. Muitas pessoas acham que é somente a vitima que sofre, mas não é assim. O agressor vai sofrer também, pois embora tenha uma falsa sensação de poder, conforme o tempo, as testemunhas do fato começam a ficar com medo de um dia também sofrerem bullying denunciam a situação.
      E finalizando a minha opinião, gostaria de expor que não existe uma escola que não tenha alunos que não sofram bullying. Em todas existem, por isso, os pais tem que estar sempre conversando com seus filhos, cuidar com suas amizades. Os professores devem estar atentos e trabalhar as questões relacionadas ao Bullying, ou seja, é preciso fazer um trabalho conjunto, para impedir qualquer ação que prejudique o ensino de todos.

      Cordialmente
      Rúbia Kolln, Aluna do 9º Ano C
      Colégio Estadual Eron Domingues de Marechal Cândido Rondon. PR.

    • Prezado Chefe de Redação da Revista Nova Escola.
      Li os textos sobre o bullying e cyberbullying, via online, da Revista Nova Escola, pois estamos trabalhando o tema bullying, estudando o Gênero carta do leitor e colocando em prática. Achei muito interessante a forma como a revista explicou o assunto, gostei bastante, pois o que foi escrito é bem real e muito importante para ser estudado com todos os alunos, pais e professores.
      Quero principalmente destacar que “O bullying, que em português significa intimidar ou amedrontar.” Já diz tudo. As características são as agressões perigosas, mais ainda agora com as redes sociais, onde o bullying se tornou o cyberbullying – agressão mais perigosa ainda e rápida.
      O cyberbullying é uma agressão virtual feita por diferentes instrumentos tecnológicos – computadores, celulares etc. – através das redes sociais, em que uma pessoa é intimidada por outra, que posta xingamentos para esta e para os internautas.
      E como destaca Aramis Lopes, um especialista, ele diz “que há sempre três personagens em uma agressão: O agressor, a vítima, a plateia”, e todos acabam sofrendo.
      O que chama muita a atenção são os números. Em uma pesquisa com cinco mil estudantes de 10 a 14 anos, 17 % já foram vitimas do cyberbullying, por no mínimo uma vez. Dessas, 13 % já foram insultados por mensagens de celular e os 87% restantes, foram insultados por imagens que são mandadas por e-mails e sites da internet.
      O assunto é importante. Daria para falar muito. Nesse breve resumo que fiz sobre o texto, fica demonstrado que é preciso tomar providências. Faço a minha parte alertando meus amigos e não brincando com os outros.
      Agradeço por sua atenção. Que Deus ajude a todos.
      YAN

    • Prezado Chefe de Redação da Revista Nova Escola
      Após a leitura dos textos sobre Bullying e Cyberbullying, postadas no Blog de Língua Portuguesa, tivemos acesso a muitos textos na versão online da revista Nova Escola. Aprendi que este é um problema sério enfrentado principalmente nas escolas, que vem a cada dia mais vem chamando a atenção, pois muitos dos principais fatos ocorrem na internet. É o bullying praticado através de meios tecnológicos, não só aqui no Brasil, mas também em outros países, onde crianças, adolescentes e até adultos não escapam dessa crueldade. Muitas vítimas de tanto sofrerem acabam se afastando da escola, ficam deprimidas e até se suicidando por não encontrar uma forma de sair do problema.
      O que leva pessoas fazerem isso? Muitas vezes as pessoas fazem isso por diversão só para irritar os outros, para chatear, para se sentirem os fortes, os valentões, por que eles não sabem por que nunca sofreram. E com isso prejudicam demais essas vítimas.
      Por isso, esse assunto é muito importante e deve ser trabalhado na escola, com alunos, professores, famílias, para ensinar e mostrar que enquanto milhões riem outros sofrem. Daí a importância de se começar a trabalhar e esclarecer o assunto o mais cedo possível para que todos aprendam que não se deve praticar esse tipo de coisa, pois é pura covardia.

      Atenciosamente
      Gabriela Cristiane Lenz Thomas
      9 ano A, Nº. 10

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