Gênero Cartum e Charge.

Cartum e charge

 

 

 

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Veja mais..

http://www.escolakids.com/cartum-e-charge.htm

cartum

Cartum

cartum é um texto humorístico que usa a linguagem não-verbal, combinada ou não com a verbal. Normalmente, retrata situações universais e atemporais, satirizando os costumes humanos.

 Cartum – características

Texto humorístico, que, por sua vez, pressupõe a crítica

.2) Essa crítica NÃO se refere a um contexto específico atual,por isso, o cartum é ATEMPORAL.

3) Trabalha com o mundo fictício; a tendência é o personagem ser sempre personagem.

4) Focaliza uma realidade genérica. Relata um fato universal que não depende do contexto específico de uma época ou cultura, sendo assim atemporal. Temas universais como o náufrago, o amante, o palhaço, a guerra, o bem x mau, são frequentemente explorados em cartuns. São temas que podem ser entendidos em qualquer parte do mundo por diferentes culturas em diferentes épocas. É comum vermos a ausência de textos em cartuns. São os chamados cartuns pantomímicos ou cartuns mudos onde a ideia é representada somente pela expressão dos personagens no desenho sem que seja necessário o emprego de texto como suporte.

 

 Charge.

charge

 

Charge é um desenho humorístico, acompanhado ou não de texto verbal. Normalmente, critica um fato ou acontecimento específico e aborda temas sociais, econômicos e sobretudo políticos.

]Características da charge

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1) Texto humorístico, que, por sua vez, pressupõe a crítica.

2) Essa crítica refere-se a um contexto específico atual, por isso, a charge tem limitação TEMPORAL.

3) As situações privilegiadas são “retiradas” do mundo real e “reorganizadas” no mundo fictício; a tendência é do sujeito transformar-se em personagem.

4) Geralmente, a temática privilegiada é ligada à política. Relata um fato ocorrido em uma época definida, dentro de um determinado contexto cultural, econômico e social específico e que depende do conhecimento desses fatores para ser entendida. Fora desse contexto ela provavelmente perderá sua força comunicativa, portanto é perecível. Justamente por conta desta característica, a charge tem um papel importantíssimo como registro histórico.

 

Saiba mais..

http://pt.slideshare.net/mddjusto/gneros-textuais-notcia-hq-cartum

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Saiba mais..

 

http://midiatividades.wordpress.com/2013/07/30/tirinhas-cartum-charge-caricatura/

 

Assistam.

 

 

 

Pluralidade Cultural – Estado do Paraná.

  Pluralidade Cultural –  Estado do Paraná.

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O Paraná é uma das 27 unidades federativas do Brasil, localizado a norte da região Sul, tendo como limites fazendo fronteiras com os estados de São PauloSanta CatarinaMato Grosso do Sul e dois países: Paraguai e Argentina.49 A área do estado é de 199,307 922 km²1 (algumas fontes indicam 199 709,1 km2, equivalente a 2,34% do território brasileiro, onde 1 603,770 km² estão em perímetro urbano.50

Capital do Estado

Curitiba é um município brasileirocapital do estado do Paraná, localizada a 934 metros de altitude no primeiro planalto paranaense,7 a aproximadamente 110 quilômetros do Oceano Atlântico.11 É a oitava cidade mais populosa do Brasil e a maior do sul do país, com uma população de 1.848.946 habitantes.6 É a cidade principal da Região Metropolitana de Curitiba, formada por 29 municípios e que possui 3 400 357 habitantes12 13 sobre uma área de 15 447 km²,14 o que a torna a oitava região metropolitana mais populosa do Brasil15 , e a segunda maior da Região Sul, ficando somente atrás da Região Metropolitana de Porto Alegre. A capital do Paraná ao longo dos últimos anos tem se consolidado como a cidade mais rica do Sul do país e a 4ª em nível nacional.

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A população do Paraná é composta basicamente por brancospardosnegros e indígenas. No Brasil colonial, os colonizadores espanhóis foram os primeiros a iniciar o povoamento no território paranaense. Os portugueses e seus descendentes são a maioria da população do Estado.[carece de fontes] Existe também uma grande e diversificada população de descendentes de imigrantes, tais como italianosalemãespolonesesucranianos,japoneses e árabes. Há também minorias de imigrantes neerlandesescoreanoschinesesbúlgarosrussos,francesesaustríacoschilenosnorueguesesargentinos e muitos outros.95

De Immigrant (O Imigrante), moinho em estilo holandês na colônia neerlandesa deCastrolanda, em Castro.

Em 2006, segundo dados da PNAD, a população paranaense está composta por brancos (77,24%), negros (2,84%), pardos (18,25%), asiáticos (0,92%) e indígenas(0,33%).94

Atualmente vivem no estado do Paraná 9 015 indígenas, distribuídos em dezenove grupos, que ocupam área de 85 235,030 hectares de extensão. Um total de 17 áreas já se encontram demarcadas definitivamente pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI), órgão do governo brasileiro responsável pela questão, e nelas se encontra a totalidade dos indígenas residentes no estado.96

São os seguintes os grupos indígenas residentes no estado do Paraná e suas respectivas áreas: Apucarana, Ava Guarani, Barão de Antonina, FaxinalIlha da CotingaIvaí, Laranjinha, Mangueirinha, Marrecas, Ocal, Palmas, Pescada, Pinhalzinho, Queimadas, Rio Areia,Rio das CobrasSão JerônimoSuperagüi, Tekoha-Añetetê e Tibagy/Mococa.96

 

Símbolos estaduais

Os símbolos do estado do Paraná são: a bandeira, o brasão, o hino e o sinete.108

A bandeira do Paraná foi desenhada por artista Paulo de Assunção e apresentada em uma seção realizada na Assembleia Legislativa do Paraná em 3 de julho de 1891 e oficializada por força do decreto estadual nº 8, de 9 de janeiro de 1892,117 e tinha em seu centro o emblema, que foi oficialmente usado até 1905.118 Aprovada pelo decreto-lei estadual nº 2.457, de 31 de março de 1947, é composta de um retângulo verde cortado por uma faixa diagonal branca, que descende da esquerda para a direita. Sobre a faixa, no centro, aparece em azul, a esfera doCruzeiro do Sul. Corta a esfera, uma faixa branca com a inscrição “Paraná”, em maiúsculas de verde. Circundam a esfera, pelo lado direito, um ramo de pinheiro, e pelo esquerdo, um ramo de erva-mate.117

O brasão atual, composto por escudo português apresentando um campo vermelho, cor das terras férteis setentrionais do estado, onde a figura de um lavrador cultiva o solo. Acima deste um sol nascente, que simboliza a liberdade, e três picos simbolizando a grandeza, a sabedoria, e a nobreza do povo, bem como, os trêsplanaltos paranaenses: o Oriental ou de Curitiba; o Central ou dos Campos Gerais; o Ocidental ou de Guarapuava. Servindo como suporte para o brasão, estão dois ramos verdes. À direita, o pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) e à esquerda, a erva-mate (Ilex paraguariensis).119 No brasão aparece como timbre a figura de uma harpia (Harpia harpyja) que encontrou no estado condições para se reproduzir naturalmente, estando hoje em via de extinção. O símbolo foi anexado através da Lei n° 904, de 21 de março de 1910 e modificado várias vezes, chegando a ser anexado na bandeira na mesma data da adoção do símbolo (31 de março de 1947) e restabelecido em 27 de maio de 2002, por meio do decreto-lei n° 5 713, após a decisão de inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federalda Lei Complementar n.º 52, de 24 de setembro de 1990.119

Hino do Paraná foi criado no ano de 1903120 e instituído através do decreto-lei estadual nº 2.457,121 tendo por autores Domingos Nascimento (letra) e Bento Mossurunga (música).122

Veja o vídeo…

Hino do Paraná

Estribilho

Entre os astros do Cruzeiro,
És o mais belo a fulgir
Paraná! Serás luzeiro!
Avante! Para o porvir!
I

O teu fulgor de mocidade,
Terra! Tem brilhos de alvorada
Rumores de felicidade!
Canções e flores pela estrada.

II

Outrora apenas panorama
De campos ermos e florestas
Vibra agora a tua fama
Pelos clarins das grandes festas!
III

A glória… A glória… Santuário!
Que o povo aspire e que idolatre-a
E brilharás com brilho vário,
Estrela rútila da Pátria!

IV

Pela vitória do mais forte,
Lutar! Lutar! Chegada é a hora.
Para o Zenith! Eis o teu norte!
Terra! Já vem rompendo a aurora!

relevo do Paraná é formado por planaltos e planícies. Os planaltos ocupam a maior parte do território paranaense. Os principais planaltos são o Primeiro Planalto Paranaense no leste, o Segundo Planalto Paranaense no centro-leste e o Terceiro Planalto Paranaense no norte e no oeste. A principal planície é a Baixada Litorânea banhada pelo Atlântico.51 As principais bacias hidrográficas do Paraná são: a bacia do rio Paraná, no oeste, a bacia do rio Paranapanema no norte, a bacia do rio Iguaçu no sul e as bacias do Atlântico Sudeste e do Atlântico sul no leste.52

Os principais climas do Paraná são: subtropical na porção sul planáltica e o tropical no norte, no nordeste, no noroeste, no oeste e no sudoeste.53 O Paraná tem diferentes tipos de vegetação. Os principais são: a floresta ombrófila mista na porção sul planáltica, a vegetação litorânea na costa leste e a floresta tropical no norte, no nordeste, no noroeste, no oeste e no sudoeste, além dos campos de CuritibaCastroPonta GrossaGuarapuavaCampo Mourão e Palmas.54

Veja mais…

http://pt.wikipedia.org/wiki/Paran%C3%A1

O nome do estado vem do rio Paraná. “Paraná” vem do termo da língua geral paraná, que significa “rio”.26 O potamônimonota 2 deu o nome à região, que foi elevada à categoria de província autônoma em 1853 desmembrando-se de Província de São Paulo, e à categoria de estado em 1889. A pronúncia “Paranã” era encontrada até há pouco tempo.27 28 Os habitantes naturais do estado do Paraná são denominados paranaenses.

Mesorregiões, microrregiões e municípios

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Imagem mostrando a divisão do Paraná emmesorregiõesmicrorregiões e municípios.

Uma mesorregião é uma subdivisão dos estados brasileiros que congrega diversos municípios de uma área geográfica com similaridades econômicas e sociais. Foi criada pelo IBGE e é utilizada para fins estatísticos e não constitui, portanto, uma entidade política ou administrativa. Oficialmente, as dez mesorregiões do estado são: Centro Ocidental ParanaenseCentro Oriental ParanaenseCentro-Sul ParanaenseMetropolitana de CuritibaNoroeste ParanaenseNorte Central ParanaenseNorte Pioneiro ParanaenseOeste Paranaense,Sudeste Paranaense e Sudoeste Paranaense.127

 

Cultura Paranaense.

HISTÓRIA E COSTUMES PARANAENSES

Veja mais…consulte o endereço.

http://culturaparanaense.blogspot.com.br/2009/12/historia-e-costumes-paranaenses.html

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Cultura Paranaense

 

A cultura paranaense, rica e diversificada, é o resultado das múltiplas contribuições de diversos povos que foram se estabelecendo nas terras do Estado, ao longo dos séculos. Essa formação cultural se deu pela mistura das influências dos diversos povos que colonizaram suas terras, como os tropeiros, índios, escravos, portugueses, espanhóis, italianos, alemães e poloneses. A grande diversidade cultural do estado transparece na alimentação, nas crenças, nas festas e em outros costumes do povo paranaense.

 

No início, a cultura europeia, do espanhol e do português, foi redimensionada pelos mitos e costumes indígenas. Os paranaenses herdaram muitos dos costumes, como o hábito de consumir ervas, milho, mandioca, mel e tabaco.

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Em seguida, os tropeiros contribuíram com a cultura do consumo do chimarrão, do café e do feijão tropeiro e os negros escravos deixaram como herança a feijoada, a cachaça e sua danças e ritos.

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Mais tarde, os imigrantes europeus, que se fixaram principalmente no sul e leste do Paraná, trouxeram manifestações próprias que se misturaram à pré-existente cultura popular do Estado. Tradições polonesas, alemãs, ucranianas, libanesas e japonesas, por exemplo, somaram-se às manifestações de origens indígenas, africanas, portuguesas e espanholas, tornando a cultura do Paraná ainda mais diversa.

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Assim, o Estado do Paraná é uma grande composição cultural influenciada por grupos que deslocaram-se de seus países ou Estados por variados motivos. E essa mistura toda trata da cultura paranaense, manifestada e representada na arquitetura, na culinária, no artesanato, na literatura e na música.

Veja mais..

http://www.sppert.com.br/Brasil/Paran%C3%A1/Cultura/

Trabalho realizado. Explorando as diferentes culturas e caracterídticas paranaenses, por mesorregiões.

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Pesquisa individual sobre o Estado do Paraná.  Organização dos grupos.

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Divisão das regiões por grupos.  Elaboração dos slides e vídeos para a apresentação.

Apresentação das equipes.

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araná é rico em tradições folclóricas, assim como os demais estados brasileiros. Os costumes indígenas, podemos afirmar, são os mais antigos hábitos da terra e muitas influências legaram à nossa cultura. A língua portuguesa, por exemplo, de onde parte e retorna nosso mundo real e imaginário, recebeu inúmeras influências do tupi. Além disso, a imaginação do europeu, que aqui aportou na aurora da conquista, se redimensionou com os mitos e costumes indígenas. Por exemplo, em todo o Paraná, assim como em quase toda a América, o milho é parte integrante da culinária; a nossa pamonha, nosso bolo de milho ou o curau estão presentes em qualquer festa junina, ou festa de roça na época da colheita. Esse hábito herdamos dos índios e até hoje os guaranis ainda fazem o batismo do seu milho, confeccionando seus Mbojape, nossa pamonha ancestral.




No litoral, as tradições se encontram no cotidiano; em muitas localidades ainda se pratica o artesanato tradicional. Os potes de barro, os trançados, as pinturas com traços europeus e índios, podem ser encontrados em lugares recônditos das baías do litoral paranaense. Os “caiçaras” confeccionavam, até bem pouco tempo, as canoas de um pau só, com a árvore do guapuruvu, que, quase extinta, obriga a busca de outras soluções. O fandango, bailado tradicional do litoral, possui um aparato impressionante que envolve as comunidades em todo o seu processo. As violas, as rabecas, os tamancos são feitos pela comunidade; as danças, os cantos e modo de executar os instrumentos e bailar as modas são transmitidos espontaneamente; o fandango de um lugar traz sua marca, sua identidade própria, diferenciando-se de outros. É um arcabouço pertencente a uma comunidade, que identifica suas tradições, mentalidade e valores. 

O Paraná é rico em tradições folclóricas, assim como os demais estados brasileiros. Os costumes indígenas, podemos afirmar, são os mais antigos hábitos da terra e muitas influências legaram à nossa cultura. A língua portuguesa, por exemplo, de onde parte e retorna nosso mundo real e imaginário, recebeu inúmeras influências do tupi. Além disso, a imaginação do europeu, que aqui aportou na aurora da conquista, se redimensionou com os mitos e costumes indígenas. Por exemplo, em todo o Paraná, assim como em quase toda a América, o milho é parte integrante da culinária; a nossa pamonha, nosso bolo de milho ou o curau estão presentes em qualquer festa junina, ou festa de roça na época da colheita. Esse hábito herdamos dos índios e até hoje os guaranis ainda fazem o batismo do seu milho, confeccionando seus Mbojape, nossa pamonha ancestral.

No litoral, as tradições se encontram no cotidiano; em muitas localidades ainda se pratica o artesanato tradicional. Os potes de barro, os trançados, as pinturas com traços europeus e índios, podem ser encontrados em lugares recônditos das baías do litoral paranaense. Os “caiçaras” confeccionavam, até bem pouco tempo, as canoas de um pau só, com a árvore do guapuruvu, que, quase extinta, obriga a busca de outras soluções. O fandango, bailado tradicional do litoral, possui um aparato impressionante que envolve as comunidades em todo o seu processo. As violas, as rabecas, os tamancos são feitos pela comunidade; as danças, os cantos e modo de executar os instrumentos e bailar as modas são transmitidos espontaneamente; o fandango de um lugar traz sua marca, sua identidade própria, diferenciando-se de outros. É um arcabouço pertencente a uma comunidade, que identifica suas tradições, mentalidade e valores.

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HISTÓRIA E COSTUMES PARANAENSES

O Paraná é rico em tradições folclóricas, assim como os demais estados brasileiros. Os costumes indígenas, podemos afirmar, são os mais antigos hábitos da terra e muitas influências legaram à nossa cultura. A língua portuguesa, por exemplo, de onde parte e retorna nosso mundo real e imaginário, recebeu inúmeras influências do tupi. Além disso, a imaginação do europeu, que aqui aportou na aurora da conquista, se redimensionou com os mitos e costumes indígenas. Por exemplo, em todo o Paraná, assim como em quase toda a América, o milho é parte integrante da culinária; a nossa pamonha, nosso bolo de milho ou o curau estão presentes em qualquer festa junina, ou festa de roça na época da colheita. Esse hábito herdamos dos índios e até hoje os guaranis ainda fazem o batismo do seu milho, confeccionando seus Mbojape, nossa pamonha ancestral.

No litoral, as tradições se encontram no cotidiano; em muitas localidades ainda se pratica o artesanato tradicional. Os potes de barro, os trançados, as pinturas com traços europeus e índios, podem ser encontrados em lugares recônditos das baías do litoral paranaense. Os “caiçaras” confeccionavam, até bem pouco tempo, as canoas de um pau só, com a árvore do guapuruvu, que, quase extinta, obriga a busca de outras soluções. O fandango, bailado tradicional do litoral, possui um aparato impressionante que envolve as comunidades em todo o seu processo. As violas, as rabecas, os tamancos são feitos pela comunidade; as danças, os cantos e modo de executar os instrumentos e bailar as modas são transmitidos espontaneamente; o fandango de um lugar traz sua marca, sua identidade própria, diferenciando-se de outros. É um arcabouço pertencente a uma comunidade, que identifica suas tradições, mentalidade e valores.

araná é rico em tradições folclóricas, assim como os demais estados brasileiros. Os costumes indígenas, podemos afirmar, são os mais antigos hábitos da terra e muitas influências legaram à nossa cultura. A língua portuguesa, por exemplo, de onde parte e retorna nosso mundo real e imaginário, recebeu inúmeras influências do tupi. Além disso, a imaginação do europeu, que aqui aportou na aurora da conquista, se redimensionou com os mitos e costumes indígenas. Por exemplo, em todo o Paraná, assim como em quase toda a América, o milho é parte integrante da culinária; a nossa pamonha, nosso bolo de milho ou o curau estão presentes em qualquer festa junina, ou festa de roça na época da colheita. Esse hábito herdamos dos índios e até hoje os guaranis ainda fazem o batismo do seu milho, confeccionando seus Mbojape, nossa pamonha ancestral.

No litoral, as tradições se encontram no cotidiano; em muitas localidades ainda se pratica o artesanato tradicional. Os potes de barro, os trançados, as pinturas com traços europeus e índios, podem ser encontrados em lugares recônditos das baías do litoral paranaense. Os “caiçaras” confeccionavam, até bem pouco tempo, as canoas de um pau só, com a árvore do guapuruvu, que, quase extinta, obriga a busca de outras soluções. O fandango, bailado tradicional do litoral, possui um aparato impressionante que envolve as comunidades em todo o seu processo. As violas, as rabecas, os tamancos são feitos pela comunidade; as danças, os cantos e modo de executar os instrumentos e bailar as modas são transmitidos espontaneamente; o fandango de um lugar traz sua marca, sua identidade própria, diferenciando-se de outros. É um arcabouço pertencente a uma comunidade, que identifica suas tradições, mentalidade e valores.

 

Marechal Cândido Rondon – Pluralidade Cultural.

Marechal Cândido Rondon

Características – Pluralidade Cultural

Marechal Cândido Rondon – Município situado na região oeste do Paraná.   Paraná

A história do município se divide em duas partes, antes e depois da Maripá, a Industrial Madeireira Colonizadora Rio Paraná S/A. Antes da Maripá, a região foi habitada por espanhóis e ingleses, devido ao grande interesse pela exploração da erva-mate e madeira. Os ingleses conseguiram legalidade para a exploração desta região, concebida em dívida do Brasil com a Inglaterra referente à aquisição de equipamento ferroviário.

A região chegou a prosperar, mas com a permanência da Coluna Prestes, a Fazenda Britânia e o Porto Britânia foram destruídos e com isso a região empobreceu e começou a ficar “abandonada”.

A retomada de colonização da região só teve início quando a Maripá adquiriu a Fazenda Britânia e estudou a região para colonizá-la. Era 1946, ano que marcou toda a região Oeste, pois foi a partir deste ano que a colonização verdadeiramente aconteceu.

As primeiras visitas feitas nesta região por pessoas interessadas na compra de terras ocorreram por volta de 1949, mas a aquisição de terras, de acordo com os primeiros moradores, se deu no ano seguinte. A Maripá vendeu as terras para colonos gaúchos e catarinenses.

Em março de 1950 ocorreram as primeiras derrubadas de árvores, iniciando a construção da vila, segundo os pioneiros, os primeiros clarões foram abertos nas proximidades onde atualmente é a Delegacia da Polícia Civil, iniciando-se, desta forma, a construção da Avenida Rio Grande do Sul, nome dado em homenagem aos primeiros moradores vindos daquele estado.

Os primeiros colonizadores trazidos e fixados em terras “rondonenses” chegaram em 7 de março de 1950, sendo eles: Balduino Helmuth Jope, Erich Ritscher, Antonio Rockembach e Oswaldo Heinrich. Em 14 de abril chegou Beno Weirich e no mesmo ano, em 21 de junho, fixou residência no local, sua esposa Alice Weirich e seu irmão Lauro Mathias Weirich, mas foi a partir de 1951 que efetivamente a migração sulina tomou vulto, configurando um novo quadro populacional na região. As primeiras casas construídas foram na região oeste da cidade, as margens do Arroio Borboleta, este sendo usado como fonte de água. Os colonizadores em sua grande maioria eram de descendência alemã, vindos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Segundo relatos de pioneiros, o povoado chegou a ser chamado de “Vila Flórida” e em 6 de julho de 1953, o núcleo populacional (ainda sem nome oficial) foi promovido a distrito administrativo de Toledo, denominado de General Rondon, sob a Lei municipal nº17.

A partir desta data o distrito de General Rondon participava da administração política de Toledo, elegendo vereadores e tendo subprefeitos indicados pela prefeitura de Toledo.

O oeste paranaense estava em um grande desenvolvimento, e vários núcleos populacionais não paravam de crescer e esse foi um dos motivos pelo qual o deputado estadual Luis Alberto Dall’ Canale, filho de um ex-diretor da Maripá e presidente da Assembleia Legislativa na época, entrou com um Projeto de Lei para a criação de vários municípios da região Oeste do Paraná – General Rondon, Palotina, São Miguel do Iguaçu, Medianeira, Matelândia, Guaraniaçu, Corbélia e Catanduvas.

Assim foram criados 58 municípios, e no dia 25 de julho de 1960 o governador Moisés Lupion sancionou a Lei 4.245, emancipando vários deles, e a vila General Rondon continuava no meio da listagem. A partir desta data a “vila” passou a ser denominada Marechal Cândido Rondon.

O nome da cidade se deu em homenagem a Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958), militar, geógrafo, conhecido como “sertanista e desbravador”, em 1955 o Congresso Nacional aprovou uma lei especial conferindo-lhe o posto de marechal, por este motivo, o nome da cidade não ficou General Rondon, e também foi acrescentado o nome Cândido.

Portal de entrada

Portal de entrada

Aspectos Culturais.

Possui uma forte influência da cultura germânica, demonstrada na arquitetura e pelo idioma (alemão) ainda muito falado entre os mais velhos. Estima-se que 80% da população seja desta descendência.

A cultura e os aspectos culturais existentes em Marechal Cândido Rondon exploram a influência da ocupação inicial através do turismo, aproveitando a denominação de cidade de tradições germânicas. Não há muito o que se ver e se fazer nessa cidade, apenas os pontos turísticos são o portal e o centro de eventos, apenas.

O principal turismo local é o turismo cultural, desenvolvido através da exploração da histórica influência cultural alemã na colonização inicial do município, que é caracterizada através da arquitetura, música, danças, gastronomia e bebidas tipicamente alemãs (somente na Oktoberfest)

Baile- Oktoberfest

 

Esta influência cultural pode ser percebida na arquitetura da cidade, principalmente em construções de importância turística, retratando o estilo colonial ou enxaimel, estilos típicos alemães. Isso ocorre no Portal do município e no Centro de Eventos, em estilo enxaimel, o qual ostenta 34 fachadas diferentes, que representam estilos de construção de 34 diferentes cidades alemãs.

 

A influência cultural alemã também pode ser verificada nas festas municipais como a Oktoberfest (a maior do Paraná), através da música e das apresentações dos grupos culturais, sempre em idioma alemão, assim como também está presente na gastronomia destes eventos, quando são servidos pratos típicos alemães, como o eisbein e o kassler, sempre servidos com chope.

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Essas festas podem ser compreendidas também como tributo aos primeiros colonizadores do município e de manutenção da sua herança cultural, uma vez que nas décadas seguintes várias etnias e seus aspectos culturais vieram a se somar aos costumes dos primeiros colonizadores.

Outro grande evento é a Festa Nacional do Boi no Rolete, paralelamente é organizada a Expo Rondon sempre na semana que se comemora o aniversário do município (25 de Julho).

 

Bandeira do Município.

Veja mais:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Marechal_C%C3%A2ndido_Rondon_(Paran%C3%A1)

Municípios limítrofes MercedesNova Santa RosaQuatro PontesToledoOuro Verde do Oeste,São José das PalmeirasEntre Rios do Oeste e Pato Bragado
Distância até a capital 576 km

 

Mais dados…confira.

http://cidades.ibge.gov.br/painel/painel.php?codmun=411460

 

Reportagem Fotográfica – Pluralidade Cultural

Reportagem Fotográfica. Pluralidade Cultural

A reportagem fotográfica tem nas fotografias o seu principal elemento informativo. Resulta numa matéria jornalística em que as fotos são acompanhadas somente de legendas ou um breve texto legenda.

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A reportagem fotográfica faz parte dos gêneros jornalísticos. A fotografia é fundamental em uma notícia, ela serve como complementação, para ilustrar um acontecimento, e principalmente chamar a atenção dos leitores em relação ao fato noticiado.

http://professorinovador.wordpress.com/2011/10/12/projeto-jornal-reportagem-fotografica/

Legendas e textos-legendas

Legenda é uma frase curta, enxuta, que normalmente cumpre duas funções: descreve a ilustração e dá apoio à matéria jornalística, informando os fatos noticiados. Como o título, geralmente emprega verbos no presente do indicativo. Quanto à pontuação, a norma da maioria dos jornais e revistas é não utilizar ponto no seu final.

Texto-legenda é uma ampliação da legenda e contém as principais informações sobre o assunto. Pode também ser chamada para uma matéria jornalística no interior do jornal ou da revista.

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Atividades para os alunos

Sequência didática para uma Reportagem Fotográfica com os alunos.

1-    Trazer diferentes fotografias/imagens para a sala de aula, tiradas de jornais anteriores, ou fotos aleatórias. Exercitar a “leitura” das mesmas. Comentar e discutir como se lê uma imagem, o papel das cores, a forma, o ângulo, a expressividade, a emoção, etc.

2-    Escolher com os alunos um assunto ou tema que possibilite uma variedade de fotos ou imagens. Sugestões, pessoas à margem da sociedade, profissões vistas em detalhes, lugares específicos do lugar onde mora, descasos com o meio ambiente, etc.

3-      Passar para os alunos alguns itens essenciais para uma fotografia ser expressiva e informativa, a seguir:

.    a) Uma boa fotografia deve captar o fato em seu momento decisivo

b) Sua primeira qualidade é o valor informativo e a segunda a sua nitidez (ineditismo, impacto, expressividade);

c) os aspectos plásticos são importantes, mas não essenciais, o             ideal é captar a informação e o estético.

d) Uma fotografia jornalística não deve ter elementos supérfluos, mas destacar os detalhes essenciais.

e) A colocação da fotografia na página, para destacá-la, é muito importante ser observada. Nunca colocá-la no centro de uma página, ou nos seus cantos.

f) Observar a linguagem universal dos gestos, o que são gestos símbolos, o que deve ser destacado.

4-    Escolha do assunto ou tema para a reportagem fotográfica. Optou-se para o trabalho a ser descrito o tema Pluralidade Cultural – Um novo “olhar” sobre meu Município. Foco da reportagem- “detalhes” captados através das lentes.

5-     Divisão das turmas em duplas, ou equipes, sendo que cada um individualmente, deverá ficar responsável por uma foto para elaborar a legenda ou texto legenda sobre a mesma.

6-    Cada dupla deverá fotografar aspectos da cultura do Município, entre os itens, comidas típicas, artesanato, festas, pontos turísticos, arquitetura, danças, misturas de raças etc.

7-    Retomar às pesquisar sobre a história e raízes culturais do Município, já anteriormente trabalhadas via sites, facebook e blog, e palestras efetuadas no Colégio com a historiadora Udilma Lins Weirich.

8-    Elaborando legendas. Voltar às especificidades da legenda e do texto-legenda. Exposição oral das mesmas. Análise coletiva e socialização. Síntese dos aspectos mais interessantes observados.

9-    4- Em duplas produzir as legendas para as fotos, já organizadas e reveladas anteriormente conforme resolução em grupo. Digitação e impressão das legendas e textos-legendas.

10-Montagem dos painéis contendo as fotografias com as respectivas legendas.

11-Exposição da Reportagem Fotográfica para as demais turmas da Escola e para as famílias.

12-Exposição das fotos, juntamente com os textos já elaborados, digitados e impressos sobre a história e pluralidade cultural do Município. Exposição no saguão da prefeitura Municipal.

13-Socializar via redes sociais, os trabalhos elaborados.

14-Escolha da melhor fotografia.40923270

 

 

 

 

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Um toque pessoal em cada imagem

| Artigo de Cristiano Mascaro* |

Como todas as técnicas de expressão, a fotografia tem sua gramática. Mas não basta saber as regras: é preciso encontrar um jeito próprio de enxergar o mundo. Reconhecida inicialmente apenas como uma técnica, com o incrível e rápido aperfeiçoamento dos equipamentos e evolução dos meios de difusão, a fotografia passou a ser cada vez mais utilizada em precisamente todos os campos do conhecimento humano. Hoje podemos assegurar que, após uma história heróica de lutas para se afirmar como meio de expressão, não há ninguém neste mundo que ainda não tenha sido fotografado ou tenha tirado uma fotografia. Ou não tenha visto uma bela imagem fotográfica e com ela se emocionado.

Veja mais:

http://www.uel.br/pos/fotografia/wp-content/uploads/downs-uteis-um-toque-pessoal-em-cada-imagem.pdf

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Como fazer uma reportagem fotográfica

Fotografia pode ser usada para compartilhar experiências visuais e contar histórias sem palavras. Histórias de fotos feitas usando o software digital são exibidas através de apresentações de slides. Estas apresentações podem ser enviadas on-line para um anfitrião de web, enviadas através de e-mail ou visualizadas no seu computador pessoal. Eles fornecem uma oportunidade para compartilhar sua fotografia com a família e amigos ao redor do mundo.

http://www.edufrance-bulgarie.org/como-fazer-uma-reportagem-fotografica.html

Rap

RAP 

“Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos”

Cora Coralina

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O que é o Rap

A termo RAP significa rhythm and poetry ( ritmo e poesia ). O RAP surgiu na Jamaica na década de 1960. Este gênero musical foi levado pelos jamaicanos para os Estados Unidos, mais especificamente para os bairros pobres de Nova Iorque, no começo da década de 1970. Jovens de origens negra e espanhola, em busca de uma sonoridade nova, deram um significativo impulso ao RAP.

O rap tem uma batida rápida e acelerada e a letra vem em forma de discurso, muita informação e pouca melodia. Geralmente as letras falam das dificuldades da vida dos habitantes de bairros pobres das grandes cidades. As gírias das gangues destes bairros são muito comuns nas letras de música rap. O cenário rap é acrescido de danças com movimentos rápidos e malabarismos corporais. O break, por exemplo, é um tipo de dança relacionada ao rap. O cenário urbano do rap é formado ainda por um visual repleto de grafites nas paredes das grandes cidades.

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Movimento Rap no Brasil

O rap surgiu no Brasil em 1986, na cidade de São Paulo. Os primeiros shows de rap eram apresentados no Teatro Mambembe pelo DJ Theo Werneck. Na década de 80,  as pessoas não aceitavam o rap, pois consideravam este estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia.

Na década de 1990, o rap ganha as rádios e a indústria fonográfica começa a dar mais atenção ao estilo. Os primeiros rappers a fazerem sucesso foram Thayde e DJ Hum. Logo a seguir começam a surgir novas caras no rap nacional: Racionais MCs, Pavilhão 9, Detentos do Rap, Câmbio Negro, Xis & Dentinho, Planet Hemp e Gabriel, O Pensador.gabriel-o-pensador

 

O rap começava então a ser utilizado e misturado por outros gêneros musicais. O movimento mangue beat, por exemplo, presente na música de Chico Science & Nação Zumbi fez muito bem esta mistura.

Nos dias de hoje o rap está incorporado no cenário musical brasileiro. Venceu os preconceitos e saiu da periferia para ganhar o grande público. Dezenas de cds de rap são lançados anualmente, porém o rap não perdeu sua essência de denunciar as injustiças, vividas pela pobre das periferias das grandes cidades.

Veja mais

http://www.suapesquisa.com/rap/

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A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.

Aristóteles

Ouça…Racismo é burrice. Gabriel  O Pensador.

Temática abordada: Diversidade Cultural.

 

Racismo É Burrice

Gabriel O Pensador

Salve, meus irmãos africanos e lusitanos
Do outro lado do oceano
“O Atlântico é pequeno pra nos separar
Porque o sangue é mais forte que a água do mar”

Racismo, preconceito e discriminação em geral
É uma burrice coletiva sem explicação
Afinal, que justificativa você me dá
Para um povo que precisa de união
Mas demonstra claramente, infelizmente
Preconceitos mil
De naturezas diferentes
Mostrando que essa gente
Essa gente do Brasil é muito burra
E não enxerga um palmo à sua frente
Porque se fosse inteligente
Esse povo já teria agido de forma mais consciente
Eliminando da mente todo o preconceito
E não agindo com a burrice estampada no peito
A “elite” que devia dar um bom exemplo
É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento
Num complexo de superioridade infantil
Ou justificando um sistema de relação servil
E o povão vai como um bundão
Na onda do racismo e da discriminação
Não tem a união e não vê a solução da questão
Que por incrível que pareça está em nossas mãos
Só precisamos de uma reformulação geral
Uma espécie de lavagem cerebral

Racismo é burrice

Não seja um imbecil
Não seja um ignorante
Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante
O que que importa se ele é nordestino e você não?
O quê que importa se ele é preto e você é branco
Aliás, branco no Brasil é difícil
Porque no Brasil somos todos mestiços
Se você discorda, então olhe para trás
Olhe a nossa história
Os nossos ancestrais
O Brasil colonial não era igual a Portugal
A raíz do meu país era multirracial
Tinha índio, branco, amarelo, preto
Nascemos da mistura, então por que o preconceito?
Barrigas cresceram
O tempo passou
Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor
Uns com a pele clara, outros mais escura
Mas todos viemos da mesma mistura
Então presta atenção nessa sua babaquice
Pois como eu já disse: racismo é burrice
Dê a ignorância um ponto final
Faça uma lavagem cerebral

Racismo é burrice

Negro e nordestino constróem seu chão
Trabalhador da construção civil, conhecido como peão
No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento
Ou o que lava o chão de uma delegacia
É revistado e humilhado por um guarda nojento
Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia
Graças ao negro, ao nordestino e a todos nós
Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói
O preconceito é uma coisa sem sentido
Tire a burrice do peito e me dê ouvidos
Me responda se você discriminaria
O Juiz Lalau ou o PC Farias
Não, você não faria isso não
Você aprendeu que o preto é ladrão
Muitos negros roubam, mas muitos são roubados
E cuidado com esse branco aí parado do seu lado
Porque se ele passa fome
Sabe como é:
Ele rouba e mata um homem
Seja você ou seja o Pelé
Você e o Pelé morreriam igual
Então que morra o preconceito e viva a união racial
Quero ver essa música você aprender e fazer
A lavagem cerebral

Racismo é burrice

O racismo é burrice, mas o mais burro não é o racista
É o que pensa que o racismo não existe
O pior cego é o que não quer ver
E o racismo está dentro de você
Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
E desde sempre não para pra pensar
Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
E de pai pra filho o racismo passa
Em forma de piadas que teriam bem mais graça
Se não fossem o retrato da nossa ignorância
Transmitindo a discriminação desde a infância
E o que as crianças aprendem brincando
É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
Nenhum tipo de racismo – eu digo nenhum tipo de racismo – se justifica
Ninguém explica
Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural
Todo mundo que é racista não sabe a razão
Então eu digo meu irmão
Seja do povão ou da “elite”
Não participe
Pois como eu já disse: racismo é burrice
Como eu já disse: racismo é burrice

Racismo é burrice

E se você é mais um burro, não me leve a mal
É hora de fazer uma lavagem cerebral
Mas isso é compromisso seu
Eu nem vou me meter
Quem vai lavar a sua mente não sou eu
É você.

 

Anúncio Institucional

Anúncio  Institucional

Gênero textual que tem como função,  ou objetivo a divulgação de uma ideia de caráter social. Para isso geralmente utiliza a linguagem verbal e não verbal de forma objetiva e clara.

O anúncio institucional abaixo, além de informar, tenta convencer ou persuadir o leitor a necessidade E IMPORTÂNCIA de se valorizar e conviver de forma harmoniosa com as diversidades culturais presentes em nosso meio.

todos juntos

http://www.namaocerta.org.br/anuncios.php

 

Publicidade Institucional.

 

A Publicidade Institucional é uma forma de publicidade que não se refere ao produto em si, e sim à empresa ou instituição, visando a disseminação de ideias no intuito de moldar e influenciar a opinião pública, motivando comportamentos desejados por uma instituição ou provocando mudanças na imagem pública desta. Fala-se da sua importância para a sociedade, da sua contribuição para o progresso do país, enfim, dos beníficios que a organização faz ou traz. Assim, cria-se uma imagem positiva da marca.

A publicidade institucional, usualmente, tenta sensibilizar-nos para ações que devemos tomar.

É utilizado para criar no público um estado de confiança nas instituições, o qual se refletirá no futuro em suporte e apoio da população a estas instituições. Neste sentido, a Propaganda Institucional tem servido em muito para que sejam atingidos os objetivos das Relações Públicas.

Ela aborda dados informativos a respeito da instituição, almejando mostrar transparência de seus produtos e serviços prestados promovendo assim, filosofia, transparência de seus produtos, marca e imagem de uma empresa, instituição ou órgão público; também pode ser veiculada a responsabilidade social e a promoção de ações estratégicas da organização, nunca deixando de lado a ética.

Saiba mais:

http://oanunciopublicitario.com/oqueepublicidade/publicidade_institucional.html

Publicidade

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Publicidade promove um produto, serviço ou evento para o seu público-alvo. Um público-alvo é a parte do público em geral que os produtos, serviços ou eventos foram criados para preencher um desejo ou necessidade no mercado. A publicidade é escrita por criativos da publicidade e terminada com obras de arte por designers gráficos.

A publicidade é executado através de canais para atingir seu público-alvo inclui Internet, impressas, transmitidas, ao ar livre e ponto de venda.

 

A Publicidade Institucional é uma forma de publicidade que não se refere ao produto em si, e sim à empresa ou instituição, visando a disseminação de ideias no intuito de moldar e influenciar a opinião pública, motivando comportamentos desejados por uma instituição ou provocando mudanças na imagem pública desta. Fala-se da sua importância para a sociedade, da sua contribuição para o progresso do país, enfim, dos beníficios que a organização faz ou traz. Assim, cria-se uma imagem positiva da marca.

A publicidade institucional, usualmente, tenta sensibilizar nos para ações que devemos tomar.

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É utilizado para criar no público um estado de confiança nas instituições, o qual se refletirá no futuro em suporte e apoio da população a estas instituições. Neste sentido, a Propaganda Institucional tem servido em muito para que sejam atingidos os objetivos das Relações Públicas.

Ela aborda dados informativos a respeito da instituição, almejando mostrar transparência de seus produtos e serviços prestados promovendo assim, filosofia, transparência de seus produtos, marca e imagem de uma empresa, instituição ou órgão público; também pode ser veiculada a responsabilidade social e a promoção de ações estratégicas da organização, nunca deixando de lado a ética.

 

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Publicidade de serviço público (ou publicidade institucional)

 

As técnicas utilizadas para promover a publicidade comercial de mercadorias e serviços podem ser usadas para informar, educar e motivar o público sobre as questões não-comerciais, tais como HIV / AIDS, ideologia política, ou ecologia.

Publicidade, na sua forma não comercial, é uma poderosa ferramenta de ensino capaz de atingir e motivar grandes audiências. “Publicidade justifica a sua existência, quando utilizada no interesse público – é uma ferramenta muito poderosa para uso exclusivamente comercial.” Atribuída a Howard Gossage por David Ogilvy.

Publicidade de serviço público, publicidade não comercial, publicidade de interesse público, “marketing causa” e “marketing social” são termos diferentes (ou aspectos de) para  o uso de publicidade sofisticada e técnicas de comunicações de marketing (geralmente associado com a empresa comercial) em nome de interesses não-comerciais , questões e iniciativas de interesse público.

Ou seja, publicidade institucional é a mensagem promocional destinada a criar um imagem, aumentar a reputação, incentivar boa vontade, ou defender uma idéia ou a filosofia de uma organização, em vez de promover vendas.

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Veja mais…

http://oanunciopublicitario.com/oqueepublicidade/publicidade_institucional.html

 

 

 

 

Tema – Pluralidade Cultural. Trabalho com os 9º Anos e 8º Ano.

Estudo do Anúncio Institucional ” Todos Juntos aprendendo com as diferenças”

Comparação entre anúncios.

Questões interpretativas.

Debates  e socialização sobre a temática abordada.

Análise dos elementos dos anúncios institucionais. Linguagem verbal e não verbal.

Como elaborar slogans.

Produzindo anúncios sobre o tema Pluralidade Cultural Brasileira. ?????????? DSCN4665 ??????????

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Gênero: Poema – poesia Tema: Pluralidade Cultural.

Gênero:Poema… Poesia

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Convite

Poesia
é brincar com palavras
como se brinca
com bola, papagaio, pião.

Só que
bola, papagaio, pião
de tanto brincar
se gastam.

As palavras não:
quanto mais se brinca
com elas
mais novas ficam.

Como a água do rio
que é água sempre nova.

Como cada dia
que é sempre um novo dia.

Vamos brincar de poesia?

José Paulo Paes

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Assista.

http://www.youtube.com/watch?v=0y3LKK1gmiY

http://www.youtube.com/watch?v=9yHbD7A3WWA

 

A incapacidade de ser verdadeiro.

“Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa, como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:

– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.”

(Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. Em: Poesia e prosa. Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1988.)

epc_poesia_vs3Assista…

http://lituraterre.com/2012/05/01/a-incapacidade-de-ser-verdadeiro/

O poema traduz em palavras um universo desconhecido junto às emoções e permite criar possibilidades de compor pensamentos. O processo de criação de um poema leva em conta as sonoridades, pulsações e ritmos que o poeta deseja alcançar e a ideologia que ele pretende reproduzir fazendo com que a criatividade tenha espaço dentro das produções. Vale ressaltar a importância de se conhecer a diferença entre poema e poesia. Apesar de serem tratadas por muitos como sinônimos, o uso dos dois termos apresenta diferenças: Poesia: Caráter do que emociona, toca a sensibilidade. Sugere emoções por meio de uma linguagem. Poema: obra em verso em que há poesia.

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Disponível em: http://www2.jatai.ufg.br/ojs/index.php/acp/article/view/861/331 

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O que é Poesia:

Poesia é um gênero literário caracterizado pela composição em versos estruturados de forma harmoniosa. É uma manifestação de beleza e estética retratada pelo poeta em forma de palavras.

No sentido figurado, poesia é tudo aquilo que comove, que sensibiliza e desperta sentimentos. É qualquer forma de arte que inspira e encanta, que é sublime e bela.

Existem determinados elementos formais que caracterizam um texto poético – como por exemplo, o ritmo, os versos e as estrofes – e que definem a métrica de uma poesia.

A métrica de um poema consiste na utilização de recursos literários específicos que distinguem o estilo de um poeta.

Os versos livres não seguem nenhuma métrica. O autor tem liberdade para definir o seu próprio ritmo e criar as suas próprias normas. Esse tipo de poesia é também designada por poesia moderna, na qual se destacam elementos do modernismo.

A poesia em prosa também dá autonomia ao autor para compor um texto poético não constituído por versos (desde que haja harmonia, ritmo e a componente emotiva inspirada pela poesia).

O que é Poema:

Poema é uma obra literária que pertence ao gênero da poesia, e cuja apresentação pode surgir em forma de versos, estrofes ou prosa, com a finalidade de manifestar sentimento e emoção.

Um poema possui extensão variável e ao longo do texto expõe temas variados em que há enredo e ação, escritos através de uma linguagem que emociona e sensibiliza o leitor.

O texto poético tem uma forte relação com a música, a arte e a beleza. A poesia presente no texto é a componente que distingue o poema.

Geralmente se apresenta em forma de versos e estrofes com rima e ritmo. A prosa poética tem o caráter de poesia devido ao efeito emocional provocado pela linguagem.

A palavra “poema” deriva do verbo grego “poein” que significa “fazer, criar, compor”. A literatura grega teve grande importância nas composições literárias de várias épocas e culturas.

Na Grécia Antiga, todas as produções literárias – os gêneros épico, lírico e dramático – eram consideradas poemas.

Os poemas de Homero presente nas obras Ilíada e Odisseia são considerados os primeiros grandes textos épicos ocidentais.

O poema lírico, que era assim designado por ser cantado ao som da lira (instrumento musical), originou o gênero de arte que hoje se entende como lírico.

Os poemas dramáticos eram escritos em forma de verso para serem encenados.

Veja mais;

http://www.significados.com.br/poema/

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Poema é um gênero textual em versos e, mais raramente, em prosa em que a poesia, forma de expressão estética através da língua, geralmente se manifesta. Além dos versos, não obrigatoriamente, fazem parte da estrutura do poema as estrofes , a rima e a métrica.

Conforme a disposição dos versos e dos outros elementos estruturais, os poemas podem receber classificações ou nomes específicos (ou ser considerados gêneros literários próprios) tais como rapanha , haicai , poema-colagem, soneto, poema dramático, poema figurado, epopeia, etc.

Fortemente relacionado com a música, beleza e arte, o poema tem as suas raízes históricas nas letras de acompanhamento de peças musicais. Até a Idade Média, os poemas eram cantados. Só depois o texto foi separado do acompanhamento musical. Tal como na música, o ritmo tem uma grande importância.

Um poema também faz parte de um sarau (reuniões em casas particulares para expressar artes, canções, poemas, poesias etc).

  • Poema: gênero textual em verso em que na maioria das vezes há poesia.
  • Poesia: caráter do que emociona, toca a sensibilidade e sugere emoções por meio de uma linguagem.

Conheça mais.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Poema

Confira…

http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/000000-shtml-634233.shtml

Visite…

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaColecaoAula.html?id=211

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Tema Pluralidade Cultural. Diversidade e Cidadania.

Produzindo poemas a partir de palavras.

Dinâmica: Alunos em duplas, escrevem o maior número de palavras que tenham afinidade ou relação com o tema.  Pluralidade Cultural – Diversidade- Cidadania. Depois de um tempo estipulado, cada um deverá passar para a turma uma palavra que escreveu. Os demais copiarão a respectiva, caso não tenham lembrado da mesma.

As palavras não poderão ser repetidas. Todos os alunos anotam os vocábulos dos colegas. Posteriormente ainda em duplas, tentam a partir destes, encontrar novas palavras relacionadas que rimem entre si.

Explicar anteriormente as diferenças de sentido entre palavras conotativas e denotativas. Versos, estrofes e versos livres

A Partir desta sensibilização cada um produzirá o seu poema, em versos livres ou estrofes, com ou sem rimas.

Obs: Os poemas produzidos deverão ser postados  no ESPAÇO DE COMENTÁRIO.