Contos – Temática – Mulher

O papel da Mulher na Sociedade

                                                                                        Atividade para leitura e comparação entre contos.

Temática. O papel da mulher. Autora Marina ColassantiZZ4C91790E

     Contos relacionados: “Sem asas, porém”  “Para que ninguém a quisesse” “A moça tecelã”

O Conto “Sem asas, porém” já analisado em sala de aula, servirá de parâmetro para a   interpretação dos outros dois contos.

 

 

 

Atividade para os 9º Anos. Leitura dos Contos.

 

SEM ASAS, PORÉM

Dura aldeia era aquela, em que às mulheres não era permitido comer carne de aves – não fossem as asas subir-lhes ao pensamento. Dura aldeia era aquela em que, apesar da proibição, voltando da caça ao final da tarde e sem nada mais ter conseguido abater, o marido entregou à mulher uma ave, para que a depenasse e a cozesse e fosse alimento para ambos.

E assim a mulher fez, metendo os dedos por entre as penas ainda brilhantes, arrancando-as aos punhados, e entregando à água e ao fogo aquele corpo agora morto, que a fogo e água nunca havia pertencido, mas sim ao ar e à terra.

Tivesse olhado para o alto por um minuto, tivesse detido por um instante sua tarefa e levantado o olhar, e teria visto pela janela bandos daquelas mesmas aves migrando rumo ao Sul. Mas a mulher só olhava para as coisas quando precisava olhá-las. E não precisando olhar o céu, não ergueu a cabeça.

Cozida a carne da ave, regalou-se, engolindo os bocados sem quase mastigar, firmou os dentes nos ossos, sugou o tutano. O marido não. Repugnou-lhe a carne tão escura. Limitou-se a molhar o pão no caldo, maldizendo sua pouca sorte de caçador.

Passados dias, a mulher nem mais se lembrava do seu raro banquete. Outras carnes assavam e eram ensopadas na cozinha daquela casa, na cozinha que era quase toda a casa.

Mas uma inquietação nova começou a tomá-la. Interrompia seus afazeres de repente, como nunca havia feito. Paradas breves, quase nada. Um suspender do queixo, um vibrar de pestanas. Um alerta. Resposta do corpo a algum chamado que ela sequer ouvia. A agulha ficava parada no ar, a colher suspensa sobre a panela, as mãos metidas na tina. E a cabeça, cabeça agora que se movia com a delicadeza que só um pescoço mais longo poderia lhe dar, espetava o ar.

A mulher olhava então para aquilo de que não precisava. E olhava como se precisasse.

Só por instantes, a princípio. Em seguida, um pouco mais.

Demorando-se, olhou primeiro adiante. Adiante de si. E adiante daquilo que tinha diante de si. Por uns tempos pousando o olhar nos móveis, nos poucos móveis daquela casa e nos objetos em cima deles. Depois varando-os, varando as paredes, olhou para a distância em linha reta. O que via, não dizia. Olhava, sacudia num gesto suave a cabeça. E tornava a abaixá-la. A agulha descia, a colher mergulhava na panela, as mãos afundavam na tina.

Talvez levada por aquele breve sacudir de cabeça, começou a olhar para os lados. Olhava para o lado esquerdo, demorava-se, imóvel. E, súbita, voltava-se para o lado direito.

Ninguém lhe perguntava o que estava olhando. O único olhar que nela parecia importar para os outros ainda era o antigo, de quando só olhava o que era necessário.

E assim um dia aquela mulher para a qual ninguém olhava olhou o céu. Sem que tivesse chovido ou fosse chover. Sem que houvesse relâmpagos. Sem que sequer houvesse nuvens ou o tempo fosse mudar, ela olhou o céu. Delicado fazia-se seu pescoço agora que o movimento ligeiro conduzindo a cabeça nas suas perscrutações. Era um pescoço pálido, protegido da luz por tantos anos de cabeça baixa. E sobre esse pescoço a cabeça como que se estendia olhando para cima, com a mesma reta intensidade com que havia começado varando as paredes.

Olhava, pois para o alto, quando um bando das aves passou sobre a casa rumo ao Sul.

Há muito as folhas haviam-se banhado de cobre, o solo começava a fazer-se duro no frio. E as aves de carne escura seguiam no céu em direção ao sol.

De pé, a mulher olhava. E continuou olhando até que as aves empalideceram na distância.

O vento batia os longos panos da sua saia, estalava as asas franjadas do seu xale. Não, ela não voou. E como poderia? Saiu andando, apenas. Escura como a tarde, acompanhando o seu próprio olhar, saiu andando para a frente, sempre para a frente, rumo ao Sul.

Marina Colassanti

 

 

Para que ninguém a quisesse

 

           Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as joias.
E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos. Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela. Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.


Marina Colassanti

 Amplie sua leitura…..

O DISCURSO FEMININO E O LITERÁRIO EM “SEM ASAS, PORÉM”

http://www.faccar.com.br/eventos/desletras/hist/2006_g/textos/35.htm

GUIA DE LEITURA NA INTERNET:

UM CONTO DE MARINA COLASANTI

 Márcio José da Silva

(Universidade Estadual de Londrina)

http://www.celsul.org.br/Encontros/04/artigos/079.htm

 

A Moça Tecelã

Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear.
Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor de luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.
Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava.
Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos de algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.
Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.
Assim, jogando a lançadeira de um lado para o outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.
Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranqüila.
Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.
Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao seu lado.
Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponta dos sapatos, quando bateram à porta.
Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando na sua vida.
Aquela noite, deitada contra o ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade.
E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque, descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar.
– Uma casa melhor é necessária, — disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer.
Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente. – Para que ter casa, se podemos ter palácio? – perguntou. Sem querer resposta, imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata.
Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira.
Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre.
– É para que ninguém saiba do tapete, — disse. E antes de trancar a porta à chave, advertiu: — Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!
Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.
E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou como seria bom estar sozinha de novo.
Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear.
Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e, jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer o seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela.
A noite acabava quando o marido, estranhando a cama dura, acordou e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu.
Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte.

[de Marina Colassanti.
Ilustração: bordado das irmãs Dumont]

 

15 thoughts on “Contos – Temática – Mulher

  1. Mulher

    Toda mulher
    Tem direito de ser feliz
    De ter do seu lado alguém que lhe ame
    Que esteja ao seu lado nos momentos bons e ruins

    Toda mulher tem que ser respeitada
    E admirada, não ser utilizada
    Como material descartável
    Como parte publicitária, inútil

    Muitas mulheres não são valorizadas
    E são escravizadas, manipuladas
    E muitas vezes ridicularizadas
    Pelos homens e sociedade machista.

    Muitos ainda pensam
    Que lugar de mulher é na cozinha
    E o dever de cuidar da casa é delas
    E nada mais que isso!

    Mas não é bem assim
    A mulher tem seus valores
    E suas qualidades
    De mãe e de amiga, trabalhadora

    A mulher é protetora e fiel
    Guerreira e verdadeira
    Humilde, linda, que luta por seus direitos.
    Valores que nem sempre são reconhecidos

    Elis Daiane.

  2. A mulher de todo o dia

    Mulher
    Que deseja ser amada
    mas as falhas da sociedade
    a maltratam

    E se ela parar
    Quem fará por ela?
    o que ela faz para você
    E o que você faz por ela?

    E a realidade
    não vai embora
    o sonho vira fantasia
    e a dor mais real ainda

    A batalha de todo dia
    Ela conquista
    O xingamento de todo dia
    Ela desmerece

    O futuro cheio de sonhos
    Se prende
    E murcha
    Depois de não realizá-los
    Elisa

  3. A mulher

    A mulher é muito descriminada
    à alguns anos ela
    não podia votar só
    podia ficar em casa na cozinha
    fazendo o serviço
    e o marido trabalhando ou caçando.

    A mulher é muito importante
    pois é ela que cuida da casa
    cuida dos nossos filhos
    e o homem trabalha
    para ter um sustento a família.

    A mulher é obrigada à
    se vender porque o homem manda
    como escrava para
    dar o melhor ao seus filhos.

    A mulher não pode fazer trabalho pesado
    porque o homem não aceita
    isso tem um nome
    é conhecido como machismo.

  4. NOSSO BRASIL.

    NOSSO BRASIL PRECISA DE MAIS RESPEITO.

    CADA UM TEM UMA HISTÓRIA PARA CONTAR.

    TEM PAÍSES QUE FAZEM BASTANTE CANTIGAS.

    NOSSO BRASIL TEM COMPREẼNSÃO.

    TEM VÁRIOS TIPOS DE CULTURA.

    RUAS COM GENTE FAZENDO BRINCADEIRAS.

    NO NOSSO BRASIL EXISTE VÁRIOS TIPO DE SOTAQUE.

    PESSOAS QUE SOFREM BULLYING; DESRESPEITO…

    NO NOSSO BRASIL TEM VÁRIAS DIFERENÇAS.

    UNS QUE SÃO DIFÍCEIS DE ACEITAR.

    MUITOS QUERENDO A LIBERDADE!

    E MUITOS VALORIZAM A DIVERSIDADE.

    BRASIL A CARA DA PLURALIDADE.

    Carine Schuck

  5. “Brasil”
    Brasil amada e adorado.
    Faz sua bandeira desenhada
    com ternura.
    Nos rios,nas canções e em
    nossos corações.
    Tenho orgulho de ser brasileira.

    Mas de um povo com muitas
    alegrias.
    Eu nasci para ser brasileira.
    Carrego no meu sangue
    as tradições e canções,
    E fico feliz por ser guerreira.

    Andrea Eduarda

  6. SER LIVRE

    Ser livro é conseguir fluir e viver .
    Entre a diversidade e a multiplicidade
    Sem perder a própria Identidade

    Sem a mistura das raças a vida cultural se amofina
    A diversidade das ideias se perdem no vazio.
    O horizonte existencial da nação se estreia
    Daniela Dias. 12

  7. Brasil de colorido intenso,vibrante
    Dos povos variados,fiéis as raças
    Branco,preto,mulato,pardo,amante
    Trouxe em cada cultura saber a graça
    Transmitida de geração a geração
    Um tributo nato das habilidades.
    Saberes nas artes,crenças,religião
    Leva na bagagem sonhos,liberdade

    A pluralidade da cultura brasileira
    vemos na garra de gente guerreira
    No artesanatos feitos com mãos de fadas
    Festas carnavalescas sem fronteiras
    Encantando os turistas em revoada.

    Karina Eduarda.

  8. Pluralidade Cultural

    Cada país tem sua cultura .
    Brasil se fez de brancos, negros, índios.

    Pessoas com roupas diferentes
    Cada um tem sua religião
    Tipos de festas frequentes
    Todos nós, temos que aceitar as diferenças
    As misturas, costumes e hábitos, línguas

    Um país com muitas culturas.

    O nosso país precisa de mais
    Respeito, compreensão, valorização…
    Cada um de nós tem suas culturas.

    Natiele

  9. Diversidade

    Respeitar as diferenças
    De raças , culturas, e crenças
    A diversidade é divertida , é vida
    E muito colorida

    Se todos fossem iguais
    Nada seria diferente
    Tudo perderia sua graça
    Diversidade é variedade

    Diferença é distinção
    Eu sou diferente de vocês
    E somos todos irmâos

    Brasil um país com diversidade
    Um país com pluralidade
    Um país com tradição
    Um, país cheio de comemorações.

    Ana Caroline Hubler Da silva Numero:2 9°Ano D

  10. Brasil de diferenças

    Vou escutando uma música
    Vou voando na imaginando;
    Como é esse Brasil de tantas diferenças
    Mas por dentro todos iguais
    Cada um com suas gírias
    As vezes outras línguas
    A cada estado um costume diferente
    Uns tomam tererê
    Outros chimarrão
    Uns comem feijoada
    Outros vaca atolada
    Tem também as vestimentes
    Algumas até engraçadas
    Depois de tudo pensei…
    Ninguém é igual a ninguém
    Mas todos somos uma nação só
    Somos brasileiros e brasileiras
    Com uma diversidade de tradições
    Cada um com sua religião,crença,opção sexual e raças
    Brasil em cada canto uma graça !
    Andressa V. do Carmo Deicke numero:5 9°Ano D

  11. Nação Brasileira
    Brasil na luta pelo espaço
    da nossa maior cultura
    dança , comida e jogo de cintura
    uma alegria natural do gostoso jeito de ser brasileiro

    Brasil onde vive
    um povo
    de coração bom
    que batalha para ter o que quer
    que tem sua própria liberdade
    Viver em igualdade..

    É nesse nosso Brasil
    que temos nossas supertiçôes
    que podemos escolher nossa religião
    que podemos a roupa escolher
    que queremos usar
    é nesse Brasil que adoro viver.

    Natanna V. Scherer n 30

  12. Brasil cultural…
    Brasil esse país de culturas e muitas loucuras
    Carnaval de fantasia.. minha vó sempre dizia
    Nem todos tem a mesma religião e a mesma valorização

    Temos que respeitar e valorizar
    As diferenças e as vestimentas
    Ninguém é igual

    Nosso país tem pluralidade cultural
    Tanto conhecimento em um só enredo
    Vamos respeitar e valorizar as religiões e as superstições
    Valorizar o diferente de cada cidadão.
    Michaela Martins N°28 9°ano D

  13. Brasil

    Brasil, o país de várias culturas
    de várias raças, de várias misturas
    Brasil, o país da colonização
    onde tinha muito racismo e escravidão.

    Mas não vamos falar mal do Brasil não
    Brasil, o país da copa
    país do futebol, do carnaval
    Brasil, um país muito grande
    Cada região tem seus costumes,
    suas danças, sua comidas até seu modo de falar

    Brasil, um país bom pra se viver
    Paisagens deslumbrantes, onde encontramos
    umas das 7 maravilhas do mundo
    Mas ainda é apenas o Brasil.

    Leonardo Boehn N23 9E

  14. o Brasil

    o Brasil cheio de cultura de todos os lugares
    as manifestações para a sociedade ter igualdade
    os portugueses colonizando em nosso país
    trazendo escravos negros da África com suas danças e costumes
    Pelé sendo rei do futebol
    os imigrantes chegando ao Brasil
    a copa de volta ao Brasil
    país cheio de tradição e diversidade
    cantigas,histórias sobre os índios e a colonização
    assim se fez a história brasileira
    Philipp.

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