Trânsito – Seminário de conscientização

SEMANA NACIONAL DO TRÂNSITO

 Qual é o meu papel?

Meu papel é ser responsável. É conhecer as leis de trânsito, é ser atencioso, tolerante, prestativo, solidário. É respeitar o espaço de cada um, sejam ciclistas, pedestres, motoristas.DSCN7788

Ser motorista cidadão,  é agir em favor da vida, de forma consciente. É dizer não à morte, às tristezas ao sofrimento.

Meu papel diante do tema violência no trânsito, é ser cidadão de fato, que age, que pensa, que faz, que colabora e faz a diferença, na sua vida, e na dos outros. É dar  preferência á vida.

Vídeo sobre o seminário de socialização- Semana Nacional do Trânsito

http://www.youtube.com/watch?v=IsC4Fv2w0fA&feature=c4-overview&list=UUrUyAUdykiw6fqrIT8vL9Cw

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Seminários de Conscientização.

Etapas desenvolvidas:

Primeiramente todos os alunos dos 9º tiveram uma fundamentação geral sobre o tema, Violência no Trânsito, buscada via diferentes gêneros textuais em jornais, revistas, livros, internet, folders, etc., já no primeiro bimestre.

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Trabalhou-se diferentes gêneros textuais jornalísticos, como notícias, editoriais, artigos, entrevistas, campanhas, carta do leitor, sobre o tema em questão. Escreveram cartas do leitor para o Jornal Presente tendo como texto base “Rigidez Fundamental” bem como elaboraram textos dissertativos e slogans.

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Para o seminário de socialização:

Na sequência, as duas equipes responsáveis pelo assunto, buscaram diferentes fontes para organizarem suas oficinas, tendo como metodologia o trabalho colaborativo.

Após a pesquisa em diferentes meios de comunicação e suportes tecnológicos, cada grupo elaborou questões sobre o assunto, escolheu possíveis entrevistados da sociedade, enviou as questões via online, que foram corrigidas ou alteradas conforme necessidade.

De posse das questões, cada grupo readequou conforme observações feitas pelo professor escolheu o entrevistado, marcou hora para as entrevistas, entregou uma carta de apresentação com os objetivos do trabalho, filmaram, gravaram, reescreveram as entrevista, da oralidade para a escrita, enviaram via online, para serem editadas e comporem um livro sobre o tema.

Cada grupo de posse das entrevistas, pesquisas, informações, vídeos, montou a sua oficina.

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Organizaram os PPT, estudaram, definiram ações, organizaram murais coletivos e individuais.

Produziram slogans e texto para serem socializados via redes sociais, Blog, facebook e jornal impresso.

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As apresentações:

Organização dos materiais para os murais coletivos e individuais sobre os temas trabalhados para o ambiente onde foi à socialização.

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Recepção aos demais alunos. Durante a socialização do tema e subtemas, foram convidados os alunos dos 6º aos 9º Anos.

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Grupo de alunos responsável pelas boas vindas aos demais alunos e sistematização do Seminário, apresentando a sequência das oficinas, bem como o objetivo da realização das pesquisas e socialização.

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Grupos de exploraram o tema Violência do trânsito em especial o do Município de Marechal Cândido Rondon, mapeando os pontos mais críticos da cidade, com a ajuda da Polícia Militar e corpo de Bombeiros.

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Repasse de slogans e mensagens via celular (Corrente Consciente de ideias). Cada aluno elaborou inúmeros slogans sobre o tema trabalhado e socializou-os através de mensagens via celulares para outras 10 a 30 pessoas de suas relações. Estas por sua vez repassaram aa mensagens adiante em forma de corrente. Foi uma experiência nova para os alunos e que surtiu em resultados satisfatórios.

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Notícia veiculada pelo Jornal O Presente que fez a cobertura dos Seminários

http://www.opresente.com.br/geral/cidadania-no-transito-e-debatida-no-colegio-eron-domingues-45334/

Vídeos elaborados pelos grupos:

 http://www.youtube.com/watch?v=sWkJrzJbQAU

http://www.youtube.com/watch?v=UeZ5q5lxPBg

http://www.youtube.com/watch?v=5q4NFsd3upk

Vídeo utilizado para sensibilizar e conscientizar os jovens do não uso do celular no trânsito.

http://www.youtube.com/watch?v=p4EkqRmIabM

Slogans produzidos para a Semana Nacional do Trânsito

No trânsito tenha cuidado e seja cuidado.

Se beber pegue um taxi!     José Ragazzan

 Tenha paciência, sua vida vale mais que uma ultrapassagem.

Cuidado no volante! Em casa tem gente te esperando.  Kassiane M. -24

 

Tenha Tolerância no trânsito, preserve sua vida e a do próximo.

Dirija com paciência, tenha responsabilidade seguindo as regras de trânsito com cuidado. Matheus D. -28

  

Todo cuidado é pouco, cada punição é muito. Tenha responsabilidade e bom senso, não acabe com uma vida, só temos uma.

Para que ter educação se não temos responsabilidade? Vamos ter consciência e virar cidadão.  Isabella U. -16

 

Não dirija alcoolizado. Tenha responsabilidade. Não coloque você e outra pessoa em perigo.

Educação, calma e cuidado é o que mais precisamos hoje. Seja exemplo e faça sua parte. Cristina T. -8

  

Tire o álcool de sua vida ou ele vai tirar a sua.

Diminua a velocidade e a violência se não vai sofrer as consequências.  Luis B -26

 

Não atravesse no sinal vermelho pois em algum momento não é só o sinal que vai ficar dessa cor.

Você não é o super-homem, mas, pode voar se for imprudente. Giovanna -13

 

Dirigir é muito mais do que pegar em um volante, é ter responsabilidade e pensar que não é só a sua vida que está em jogo.

Seja um bom motorista, tenha cuidado, calma e preserve vidas. Maila P. -27

  

Antes de beber e dirigir, pense em sua vida, ela vale mais que um “copo”.

Se beber chame um taxi, cuide de duas vida e da dos outros. Matheus Dresch -29

 

 Está na hora de pensar! Cuide do próximo que ele cuida de você. Joelsom -22

  

Pense! Tenha responsabilidade no trânsito. Seja cidadão de fato.  Katia -25

  

Tenha responsabilidade. Não perca a vida. Stephanie -33

 

Cuidado com sua vida! Cuidado no trânsito.  Vanessa M. -35

 

 As consequências aparecerão, depois de beber e dirigir. Por isso pense antes.

 A imprudência no trânsito já está muito comum, os motoristas e os ciclistas não respeitam mais, tenha bom senso e dirija com cuidado. Pois você estará salvando sua vida e a de várias pessoas. Pense nisso!   Jéssica B. – 37

 

 Seja paciente no trânsito, poupe sua vida e a dos outros.

Tome cuidado no trânsito, você só tem uma vida.   Gabriela W. -12

 

No Trânsito é necessário ter calma, para não perder a vida de bobeira.

Seja paciente, consciente, não morra em acidente.   Francieli K -11

 

Tenha Cuidado no trânsito! Seja mais tolerante, pense em sua vida primeiro antes de ser imprudente.

Precisamos de mais responsabilidade no trânsito, respeite o limite de velocidade, é a sua vida que está em perigo.  Giovani -14

 

Cuidado! Pois com a alta velocidade você pode tirar a vida de um cidadão, e junto, a sua.

Já houve muitas mortes no trânsito. E agora está na hora de acabar.  Ana Caroline -2

 

Pense antes de agir, a sua responsabilidade vale uma vida.

Prezado cidadão, já está na hora de parar e pensar que o trânsito pode matar.  Milena -30

  

Fique calmo, pois sua vida vale muito mais do que uma discussão.

Seja responsável, não seja inconsequente.   João Cassol.

 

Com punição, muitas pessoas se tornam cidadãos.

Tenha caráter para ser um cidadão de verdade.  Valorize a vida.  Uziel

 

A sua imprudência pode ter muitas consequências.

Tenha bom senso no trânsito, sua irresponsabilidade pode custar caro.  Bruna

 

Tenha cuidado, pois a violência no trânsito nunca acaba mas pode acabar com sua vida.

Não infrinja as regras, consciência no trânsito nunca é de mais.   Patrícia

 

Se beber não dirija, preserve a sua vida e das outras pessoas.

Não seja imprudente, seja tolerante, não use violência no trânsito. Fernando

 

Bebeu e dirigiu. Diga Olá para minha querida amiga Morte.

Bebeu, dirigiu, capotou, explodiu.   Abimael

 

Tenha calma e responsabilidade para não perder a vida.

Seja responsável, não provoque acidentes. Vitor

 

Se beber não dirija. Evite acidentes.

Seja paciente e não morra em acidente.  Augusto

 

Não tenha pressa, ou pode chegar a lugar nenhum.

Usando drogas você fica lezado e se dirigir pode perder a vida como fuma um baseado. Giulia

 

Durma ao volante, acorde no céu.

Não beba no trânsito, a disciplina começa por você. Sibelli

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Gênero Discursivo – Relatório

Gênero textual – Relatório

O Relatório e um gênero discursivo, e sua esfera de circulação é a escolar.

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Relatar significa narrar algo ocorrido/assistido, ou ainda expor de forma breve, verbalmente ou por escrito, um determinado conteúdo ou parte deste, uma aula, uma experiência científica, um projeto, uma processo, uma atividade escolar, enfim.

Faz parte de um relatório ainda, as considerações pessoais de quem está relatando sobre o tema e ou trabalho apresentado.

Um relatório independente do seu tipo, e ou especificidade, deve ser claro, conciso e de fácil compreensão. Deve ser escrito em linguagem direta e simples, dentro das normas ortográficas e com palavras de fácil reconhecimento. De preferência com frases e ou parágrafos simples e curtos

 

 Como fazer um relatório

O relatório é caracterizado com um texto de caráter descritivo onde estão expostos todos os fatos ou etapas de um determinado procedimento. O objetivo desta forma de comunicação é estabelecer uma espécie de controle diante de todas as circunstâncias, elaboração de um manual para uma atividade ou informar e servir como base para decisões importantes. Portanto, algumas características são essenciais em um bom relatório, clareza, objetividade e adequação, são algumas delas. Para você que precisa elaborar relatórios constantemente, fique atento as nossas dicas e saiba como fazer um relatório.

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O primeiro passo para elaborar um bom relatório é saber sobre o tema que será descrito, todos os detalhes e informações devem estar bem esclarecidos, pois ao deixar de mencionar um simples fato, o seu texto ficará vago para quem vai ler. Por isso, antes de começar a fazer o seu relatório, tire todas as dúvidas e leia atentamente o material disponível sobre o assunto, livros, revistas ou até relatórios anteriores. Encontre sempre palavras-chave que devem estar mencionadas em seu relatório e sem seguida, faça um rascunho estabelecendo a ordem que você deseja seguir no documento.

O ideal é dividir o seu texto em basicamente três partes: Introdução, desenvolvimento e Conclusão. No primeiro parágrafo, você deverá introduzir um resumo do assunto que será discutido, descreva o objetivo geral do relatório, lembre-se de escrever tudo de forma clara, concisa e simples, de preferência adequando a realidade de quem vai ler. No desenvolvimento deverão aparecer as apresentações especificas do tema tratado, apreciações ou explicações, justificativas, análise de problemas com as respectivas causas e dificuldades, entre outras informações gerais.

Para finalizar o texto será necessário escrever uma conclusão reafirmando o que já foi mencionado na introdução, leve em consideração o seu desenvolvimento e sugira formas de resolver um problema, com opções diferentes frente aos resultados avaliados. O relatório é um documento apresentado em universidades, laboratórios e grandes empresas. Siga o esquema proposto e apresente um relatório bem elaborado ao seu chefe ou professor.

http://resumododia.com/como-fazer-um-relatorio.html

 

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PASSOS PARA FAZER UM RELATÓRIO ESCOLAR

http://prof-marcosalexandre.blogspot.com.br/2009/06/passos-para-fazer-um-relatorio-escolar.html

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Como iniciar um relatório

 

Iniciar um relatório nada mais que fazer um relato de alguma atividade qualquer, que pode ser científica, acadêmica, trabalhista etc. Muitos professores pedem, por exemplo, após uma visita a algum lugar ou após o término de algum curso/estágio a entrega de um relatório. Normalmente um relatório escolar contém seis partes: uma folha de rosto ou página de informações especiais; um sumário; uma introdução; um desenvolvimento; uma conclusão e uma bibliografia. Quanto à linguagem, ela deve ser simples, objetiva e correta. Nunca é demais lembrar que você deve redigi-lo no padrão de normas técnicas de alguma agência reguladora. No Brasil, usam-se as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Por fim, muitas pessoas perdem muito tempo fazendo um relatório, siga os passos a seguir e não esteja mais nesse grupo!

Instruções

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Pense na resposta da seguinte pergunta: preciso relatar o quê? Desse questionamento sairá as informações principais de seu relatório, tais como métodos, objetivos do relatório, ideias centrais, circunstâncias etc.

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Pense na resposta da seguinte pergunta: para quem eu preciso relatar? Esse item é muito importante, principalmente porque é esse tópico que orientará a linguagem (mais simples ou mais rebuscada) que você utilizará.

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Pense na resposta da seguinte pergunta: por que preciso relatar? Ao responder, você automaticamente estará fundamentando seu desenvolvimento. A explicitação do contexto e a importância do relatório devem estar nessa parte.

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Monte a estrutura (topicalizada) do relatório: folha de rosto (escreva o título do relatório, o nome da entidade ou da firma, a data, o nome do autor, o nome do destinatário); sumário (coloque as subdivisões do relatório); introdução (indique os métodos utilizados, os objetivos etc.); desenvolvimento (mostre desenrolar da “experiência” em questão, que deve, posteriormente, ser analisado) e conclusão (apresente os resultados alcançados).

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Formate seu relatório em normas técnico-científicas e prontas! Agora é só mandar imprimir e entregar.

Veja mais..

http://www.assimsefaz.com.br/sabercomo/como-iniciar-um-relatorio

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Pesquisar mais…

Como fazer um relatório escolar

http://www.orfury.com.br/blog/59135/como-fazer-um-relatorio-escolar.html

Alunos Vejam mais algumas dicas…DSCN4093

Como elaborar um relatório

http://azolla.fc.ul.pt/aulas/documents/ElabRelat.pdf

 

 

 

 

 

ATIVIDADE PARA OS 9º ANOS-

Conforme já postado no grupos individuais do face. Cada aluno terá que elaborar o seu relatório sobre o Seminário Formas de Violência, e ou Cidadania. Qual é o meu papel?, seguindo os itens já elencados. Busquem mais subsídios nos endereços aqui relacionados.

Os relatórios deverão ser feitos primeiramente no caderno e depois postados aqui no Blog, no campo “Deixar comentários, log oapós  as postagens das apresentações dos referidos Seminários. Professora ;Vera Beatriz

Formas de violência – Pesquisa- estudo e socialização.

 

Formas de Violência.

Do estudo à socialização

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Contemplando as práticas da leitura, escrita e oralidade, e os temas que fazem parte do programa dos 9º Anos, na disciplina de Língua Portuguesa, envolvendo diferentes gêneros textuais, entre eles: artigos de opinião, editoriais, entrevistas, (online e impressas), documentários e relatório, os alunos foram divididos em grupos de seis alunos, e cada equipe ficou responsável por um subtema, dentro do assunto Formas de Violência. Os subtemas pesquisados, estudados e socializados foram: Bullying – Cyberbullying – Violência juvenil/preconceito/discriminação – Drogas – Alcoolismo – Tabagismo – Violência no Trânsito- Medidas socioeducativas – homofobia – exploração sexual – pedofilia e violência contra a mulher.

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Justificativa.

Pela necessidade e urgência de trabalhar os temas elencados acima, pois infelizmente, se fazem presente na vida, tanto escolar dos alunos bem como na sociedade em que os mesmo estão inseridos. Por ser o espaço escolar, um espaço privilegiado para fomentar discussões sobre os fatos, dentro do contexto em que ocorrem as diferentes violências e elencar ações efetivas a partir dos próprios envolvidos, e ou expectadores, para minimizar os casos.

 Pela necessidade de refletir sobre as causas pela quais ocorrem ações violentas e como colaborar para uma sociedade mais justa e menos discriminatória, onde o respeito ao próximo seja uma constante.

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Objetivos Gerais

 

Ler, conhecer, discutir, produzir e refletir sobre as diferentes formas de violência existentes entre os alunos, num primeiro momento, bem como na sociedade de forma geral.  Analisar as possíveis causas e consequências destes problemas e quais são os deveres e os direitos e quais atitudes e ou ações que cabe a cada aluno/cidadão, e que são imprescindíveis para tornar a vida de cada um melhor e, como consequência, uma sociedade mais igualitária, mais humana. Conhecer e produzir diferentes gêneros textuais e suas especificidades de acordo com os temas trabalhados.

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Objetivos específicos

 

- Estudar, discutir as diferentes formas de violências existentes na sociedade através de variados gêneros textuais a serem contemplados nas séries em questão.

- Desenvolver o senso crítico dos alunos, para que sejam protagonistas de sua história e saibam quais são os seus deveres e quais direitos podem e devem exercitar primeiramente na escola e posteriormente fora desta em relação às diferentes formas de violências encontradas na escola e sociedade.

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- Discutir os direitos e deveres de cada cidadão em relação aos temas tratados, do aluno primeiramente, de como o mesmo é responsável por um ambiente.

- Tomar atitudes, organizar ações a partir dos temas e subtemas trabalhados como diversidade, valores e problemas sociais.

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- Propiciar momentos de leituras individuais e coletivas de textos relacionados ao assunto formas de violência, tanto as praticadas por outem e as praticadas pelo próprio indivíduo.

- Promover o acesso de leituras via Redes Sociais, Blog, Facebook e participar com comentários, expressando seu ponto de vista sobre os textos lidos.

- Socializar com os demais colegas, comunidade escolar, família e Redes Sociais os temas trabalhados e as ações desencadeadas a partir dos estudos efetivados.

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Considerações metodológicas

  

O mundo precisa  de pessoas que saibam trabalhar em grupo, que respeitem as diferentes ideias, que tenham a pesquisa como alicerce de sua aprendizagem, e que de forma individual e coletiva construam conhecimentos, visando o bem comum de cada cidadão e como consequência a sociedade.

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A metodologia empregada para o desenvolvimento do projeto, que culminou com o seminário de socialização e tomada de atitudes, foi e  é a colaborativa, pois sem dúvida é a mais adequada ao mundo globalizado de hoje, pois o trabalho coletivo/interativo de sala de aula, e fora desta, tornará/formará também um cidadão que saberá lutar ou perseguir os mesmos objetivos, para além dos muros da escola.

 

 

 

Ação conjunta.

A forma metodológica no desenvolvimento dos trabalhos permite que o aluno reflita sobre o seu papel diante dos desafios presentes na sociedade, e tenha atitudes mais críticas diante destes, começando por atividades simples de como trabalhar em grupo, e qual o seu papel dentro deste grupo e por consequência na sua família e sociedade.DSCN4514

 

Sequência metodológica para o desenvolvimento dos trabalhos:

 - Pesquisas por grupo de seus temas e subtemas. Coletânea/subsídios, estudo dos textos encontrados entre eles: reportagens, artigos, notícias, entrevistas, etc.

- Elaboração das questões para a entrevista. Trabalho em sala, por grupo com o uso de suportes tecnológicos.

- Envio das questões via e-mail, ou facebook, para uma primeira revisão.

- Devolução das questões já corrigidas e entrega das cartas de apresentações para cada grupo.

- Levantamento dos profissionais. Agendamento das entrevistas, com os profissionais da comunidade, conforme o tema da equipe.

- Comparecer ao local marcado para a entrevista com meia hora de antecedência, uniformizados e com a carta de apresentação previamente organizada e assinada.

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- Gravar, filmar, fotografar e anotar a entrevista para registrar detalhes importantes.

- Organizar o conteúdo em slides, a parte introdutória do assunto, dados significativos, e conclusão do tema.

- Editar as entrevistas.

- Reescrita das entrevistas da oralidade para a escrita. Envio das mesmas via e-mail.

- Organizar o material a ser socializado. Tendo a entrevista como uma complementação das pesquisas.

- Distribuição das partes e funções do grupo.

- Estudo individualizado e por grupo./ensaio. Verificação do material pertinente para cada apresentação.

- Organização do espaço.DSCN4343

 

SOCIALIZAÇÃO

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Apresentação para as demais turmas do Colégio e Comunidade Escolar, no período vespertino e matutino.

Relatório escrito das apresentações, feita individualmente, das apresentações dos outros grupos.

Postagem no facebook do colégio, grupos, alunos, etc. e blog de Língua Portuguesa, o conteúdo e o resultado.

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Inserir no Youtube as entrevistas efetuadas, para serem postadas no Blog, e slides do trabalho.

 

 

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Postagem de comentários, no Blog sobre a importância dos temas trabalhados, da socialização e do envolvimento da comunidade.

Envio de mensagens e slogans, via suportes tecnológicos com celulares e afins.

Entrevistas para a TV local sobre a importância e essência dos trabalhos.

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Produções do gênero argumentativo sobre os temas trabalhados, e envio das mesmas para o Jornal Online e impresso, O Presente.

 

 

 

 

 

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Veja mais…TEMA: VIOLÊNCIA NAS  ESCOLAS

http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/violencia-nas-escolas-das-ruas-para-a-sala-de-aula.htm

 

 

 

 

Veja mais: TEMA: Homofobia.

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/escola-luta-homofobia-685317.shtml

Veja Mais …Cyberbullying

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/cyberbullying-violencia-virtual-bullying-agressao-humilhacao-567858.shtml

 

Veja mais … Tabagismo

http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/cigarro-apague-426246.shtml

 

Veja mais…Violência contra as mulheres.

 

http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/fatos-historicos-conquistas-dia-da-mulher-735607.shtml#ad-image-0

 

Violência no Trânsito

http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/direcao-defensiva-licao-se-tira-antes-carteira-432019.shtml

Vídeos… em breve sobre as entrevistas realizadas.

 

Seminário de Socialização- Temas: Exploração sexual – Abuso sexual – Pedofilia

Seminário de Socialização- Temas: Exploração sexual- Abuso sexual- Pedofilia

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Como parte integrante das atividades de Língua Portuguesa, contemplando as práticas da leitura, escrita e oralidade, e os temas que fazem parte do programa dos 9º Anos, bem como o trabalho com os gêneros textuais: artigos de opinião, editorial, entrevista e relatório, os alunos forma divididos em grupos de seis alunos, e cada um ficou responsável por um subtema, dentro dos assuntos: Formas de Violência, Sexualidade e Cidadania.

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Temas e subtemas explorados:

Sexualidade: Sexualidade precoce, gravidez na adolescência, DSTs, Métodos Contraceptivos, Aborto. Mídias e sexualidade pornografia, Exploração sexual – pedofilia, e abuso sexual. (desvios de conduta)

Formas de Violências: Bullying, Cyberbullying, Alcoolismo, violência no trânsito, Violência contra a mulher, violência infantil-pedofilia, tabagismo, Drogas, Homofobia.

Cidadania: Direitos e deveres. Direitos do cidadão, deveres do cidadão, eleições, leis, trabalho, imposto de renda, democracia, aposentadoria por tempo de serviço e invalidez, educação, esporte cultura, lazer, saneamento básico, saúde, registro, serviço militar, funções dos vereadores, participação na vida pública. Etc.,

Metodologia- estratégias para o desenvolvimento dos trabalhos:

 - Pesquisas por grupo de seus temas e subtemas. Coletânea/subsídios,         estudo dos textos encontrados entre eles: reportagens, artigos, notícias, entrevistas, etc.

- Elaboração das questões para a entrevista. Trabalho em sala, por grupo.

- Envio das questões via e-mail, ou facebook, para uma primeira revisão.

- Devolução das questões já corrigidas e entrega das cartas de apresentações para cada grupo.

- Levantamento dos profissionais. Agendamento das entrevistas, com os profissionais da comunidade, conforme o tema da equipe.

- Comparecer ao local marcado para a entrevista com meia hora de antecedência, uniformizados e com a carta de apresentação.

- Gravar, filmar, fotografar e anotar a entrevista para registrar detalhes importantes.

- Organizar o conteúdo em slides, a parte introdutória do assunto, dados significativos, e conclusão do tema.

- Editar as entrevistas.

- Reescrita das entrevistas da oralidade para a escrita. Envio das mesmas via e-mail.

- Organizar o material a ser socializado. Tendo a entrevista como uma complementação do estudo.

- Distribuição das partes e funções do grupo.

- Estudo individualizado e por grupo./ensaio. Verificação do material pertinente para cada apresentação.

- Organização do espaço.

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SOCIALIZAÇÃO

Apresentação para as demais turmas do Colégio e Comunidade Escolar, no período vespertino e matutino.

Relatório escrito das apresentações, feita individualmente, das apresentações dos outros grupos.

Postagem no facebook do colégio, grupos, alunos, etc. e blog de Língua Portuguesa, o conteúdo e o resultado.

Inserir no Youtube as entrevistas efetuadas, para serem postadas no Blog, e slides do trabalho.

Postagem de comentários, no Blog sobre a importância dos temas trabalhados, da socialização e do envolvimento da comunidade.

Envio de mensagens e slogans, via suportes tecnológicos com celulares e afins.

Entrevistas para a TV local sobre a importância e essência dos trabalhos.

Produções do gênero argumentativo sobre os temas trabalhados, e envio das mesmas para o Jornal Online e impresso, O Presente

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Confira a Reportagem da TV Rondon:

https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=wzsPdClV77U

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EXPLORAÇÃO SEXUAL- PEDOFILIA- ABUSO SEXUAL

Alguns dos textos pesquisados para estudo do tema, e posterior socialização com os demais alunos.

“Exploração sexual é um termo empregado para nomear práticas sexuais pelas quais o indivíduo obtém lucros. Ocorre principalmente como conseqüência da pobreza e violência doméstica, que faz jovens, crianças e adolescentes fugirem de seus lares e se refugiarem em locais que os exploram em troca de moradia. Acontece em redes de prostituição, pornografia, tráfico e turismo sexual. A prostituição é uma prática ilegal que busca oferecer prazeres carnais em troca de recompensa. Apesar de existirem leis que proíbam a indução de pessoas à prostituição com pena de até cinco anos de reclusão, tal prática cresce consideravelmente a cada ano aumentando o mercado e diminuindo as chances de que tais indivíduos que são submetidos às práticas se desenvolvam normalmente em questões morais, psicológicas e ainda intelectuais, pois os estudos e conhecimentos gerais lhes são negados. prostituicao(1) A pornografia é um mercado ilegal que utiliza imagens em fotografias ou filmagens de pessoas em cenas que induzem o sexo, são desde eróticas provocativas até de sexo explícito. A utilização de menores nesta prática incentiva a pedofilia que é a exploração sexual de menores. A pornografia é crime perante a lei que pune o explorador com até seis anos de reclusão. ..     Veja mais… http://www.brasilescola.com/sexualidade/exploracao-sexual.htm slide-1-728

VIOLÊNCIA SEXUAL

A escola pode interromper o ciclo da violência sexual

Entenda melhor os casos de abuso sexual e saiba como prevenir, reconhecer e proceder diante dos primeiros sinais dentro e fora da escola. DSCN3512 Gabriela Portilho (novaescola@atleitor.com.br) A violência sexual é o segundo tipo de violência mais comum contra crianças de zero a nove anos, respondendo por 35% do total das notificações de violência infantil no país. As informações foram divulgadas esta semana com base em um estudo preliminar feito pelo sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), do Ministério da Saúde. Só em 2011, foram registrados 14.625 casos de violência doméstica, sexual, física e outras agressões contra crianças menores de dez anos. A maior parte das agressões ocorreu na residência da criança (64,5%), em em sua maioria, por pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos. Segundo a Classificação Internacional das Doenças, durante o abuso sexual, o agressor utiliza do seu desenvolvimento psicossocial mais adiantado do que o da criança ou adolescente para obter satisfação sexual – o que pode ser feito tanto por meio da violência física, ameaças ou simples indução da sua vontade. Mas nem sempre o abuso sexual envolve contato ou violência física. Práticas de voyerismo, exibicionismo, telefonemas obscenos e produção de fotos também estão inclusos dentro desta categoria. E na identificação destes casos, a escola tem um papel imprescindível, já que as crianças passam por lá boa parte do seu dia. O probema é que muitos professores ainda não estão preparados para reconhecer estes casos e auxiliar os alunos. Para Claudia Ribeiro, especialista em violência sexual do departamento de Educação da Universidade de Lavras, em Minas Gerais, um grande passo seria instaurar nos cursos de licenciatura disciplinas obrigatórias que abordem a educação sexual e sobretudo, os casos de violência, para que, diante dos frequentes casos de abuso em sala de aula, os professores estejam preparados para identificá-los e saber quais procedimentos tomar. “Muitos educadores ainda não sabem o que fazer diante destas situações, mas muitas vezes, eles são os únicos que podem interromper o ciclo da violência”, afirma. Leia mais… http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/escola-pode-interromper-ciclo-violencia-sexual-685941.shtml Veja mais… http://www.brasilescola.com/sexualidade/exploracao-sexual.htm

“Pedofilia prolifera pela internet e transforma o Brasil  no quarto país do  ranking mundial da

pornografia  infantil”

DSCN3511 Definição da pedofilia 

Pedofilia. A pedofilia é classificada como uma desordem mental e de personalidade do adulto, e também como um desvio sexual, pela Organização Mundial de Saúde. Os atos sexuais entre adultos e crianças (resultantes em coito ou não) é um crime na legislação de inúmeros países. Em alguns países, o assédio sexual a tais crianças, por meio da Internet, também constitui crime. Outras práticas correlatas, como divulgar a pornografia infantil ou fazer sua apologia, também configuram atos ilícitos classificados por muitos países como crime. A Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada em 1989 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, define que os países signatários devem tomar “todas as medidas legislativas, administrativas, sociais e educativas” adequadas à proteção da criança, inclusive no que se refere à violência sexual (artigo 19). DSCN3513 No Brasil  O termo “crime de pedofilia” é frequentemente utilizado de forma equivocada pelos meios de comunicação. A lei brasileira não possui o tipo penal “pedofilia”. A pedofilia, como contato sexual entre crianças e adultos, se enquadra juridicamente no crime de estupro de vulneráveis, com pena de oito a quinze anos de reclusão e considerados crimes hediondos. Os meios de comunicação de forma insistente invocam como verdade a equiparação de uma condição psicológica com um ato criminoso. Pornografia infantil é crime no Brasil, passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa. Artigo 241, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores       9internet), fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente. Em novembro de 2003, a abrangência da lei aumentou, para incluir também a divulgação de links para endereços contendo pornografia infantil, como crime de igual gravidade. O Ministério Público do país mantém parceria com a ONG SaferNet que recebe denuncias de crimes contra os Direitos Humanos na Internet e mantém o sítio Safer net, que visa a denúncia anônima de casos suspeitos de pornografia infantil na internet. VEJA MAIS DETALHES. https://pt.wikipedia.org/wiki/PedofiliaLeia mais..   Pedofilia prolifera pela internet e transforma o Brasil  no quarto país do  ranking mundial da pornografia  infantil http://www.censura.com.br/images/pedofilia_perigo_digital.pdf 7_display   Documentário dos efeitos devastadores do abuso sexual… http://www.ocabecote.com/2013/05/documentario-ira-de-um-anjo.html   (Em breve entrevistas efetuadas pelos alunos.)

Gênero-Entrevista- Sistematização do trabalho para Seminários.

Gênero entrevista e suas especificidades.

Orientações e procedimentos anterior, durante e posterior à organização das entrevistas.

1Etapa: (Já concluída.)

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1)Escolha dos grupos para a realização do trabalho.

2)Comentários sobre os assuntos de interesse dos jovens e presentes no Currículo das séries envolvidas. Seleção dos  assuntos e, de forma democrática, e participativa.

3)Definição, dos assuntos pertinentes para as referidas entrevistas. Temas escolhidos: Sexualidade. (subdividido em 6 subtemas); Formas de violência: (subdividido em 8 subtemas. Cidadania: direitos e deveres. (subdividido em 12 subtemas).

4) Pesquisas por grupo de seus temas e subtemas. Coletânea/subsídios, estudo dos textos encontrados.

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5) Elaboração das questões para a  entrevista. Trabalho em sala por grupo.

6) Envio das questões via e-mail, ou facebook, para uma primeira revisão.

7) Devolução das questões já corrigidas  e entrega das cartas de apresentações para cada grupo.

8) Levantamento dos profissionais. Agendamento das entrevistas, com os profissionais da comunidade, conforme o tema da equipe.

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2º Etapa: Em andamento

1)    Comparecer ao local marcado para a entrevista com meia hora de antecedência, uniformizados e com a carta de apresentação.

2)    Gravar, filmar, fotografar e  anotar a entrevista. Mesmo que ela seja gravada, é importante fazer anotações no transcorrer da entrevista, para registrar  detalhes importantes.

3)    Organizar o conteúdo em slides, a parte introdutória do assunto, dados significativos, e conclusão do tema.

4)    Editar as entrevistas.

5)    Reescrita das entrevistas da oralidade para a escrita. Envio das mesmas via e-mail.

6)    Organizar o material a ser socializado. Tendo a entrevista como uma complementação do estudo.

7)    Distribuição das partes e funções do grupo.

8)    Estudo individualizado e por grupo./ensaio. Verificação do material pertinente para cada apresentação.

3º Etapa: Seminários de socialização.

1 )Apresentação das entrevistas escrita para a comunidade escolar. Via murais. Blog e facebook do Colégio, professora, alunos e página específica das produções de textos dos alunos do Colégio.

2) Definição das datas para a realização dos Seminários.

3) Ensaio com as multimídias. (verificação do tempo para cada grupo- 15 minutos)

$) Organização dos espaços para apresentações. Cada turma ficará responsável pelo espaço conforme o seu tema e subtemas. Confecção de cartazes. Murais… slogans.

5) Apresentação para as demais turmas do Colégio e Comunidade Escolar. Data provável 27, 28 e 29 de maio de 2013. No período vespertino e matutino.

6) Relatório escrito das apresentações, feita individualmente, das apresentações dos outros grupos.

7) DSCN1746Postagem no Blog sobre a importância dos temas trabalhados, da socialização e do envolvimento da comunidade.

 

 

 

 

 

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Temas e subtemas  explorados:

Sexualidade: Sexualidade precoce, gravidez na adolescência, DSTs, Métodos Contraceptivos, Aborto. Mídias e sexualidade  pornografia, Exploração sexual – pedofilia.

Formas de Violências: Bullying, Cyberbullying, Alcoolismo, violência no trânsito, Violência contra a mulher, violência infantil-pedofilia, tabagismo, Drogas, Homofobia.

Cidadania: Direitos e  deveres. Direitos do cidadão, deveres do cidadão, eleições, leis, trabalho, imposto de renda, democracia, aposentadoria por tempo de serviço e invalidez, educação, esporte cultura, lazer, saneamento básico, saúde, registro, serviço militar, funções dos vereadores, participação na vida pública. etc.,

 

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Gênero textual – Editorial

EDITORIAL

O editorial é um texto jornalístico utilizado na imprensa, especialmente em jornais, de caráter opinativo, escrito de forma impessoal e publicado sem assinatura. Tem por objetivo informar, mas sem obrigação de ser indiferente ou neutro.

É um espaço reservado para o jornal, e ou revista, expressar formalmente a sua opinião sobre os mais variados assuntos, com ênfase nos mais atuais e polêmicos.

Sabrina Vilarinho, da Equipe Brasil Escola, relata que “a objetividade e imparcialidade não são características desse gênero textual, uma vez que o redator dispõe da opinião do jornal sobre o assunto narrado. Logo, os acontecimentos são relatados sob a subjetividade do repórter, de modo que evidencie a posição da mídia, ou seja, do grupo que está por trás do canal de comunicação.” Sob esta perspectiva, é possível afirmar que o editorial é um texto menos informativo que opinativo.

Logo o editorial parte de um fato ou assunto e tece a sua opinião acerca do mesmo. O fato informa o que aconteceu e a opinião transmite a interpretação do que aconteceu; para isso, se valem de depoimentos, pesquisas e dados estatísticos.

O editorial se caracteriza como um texto dissertativo, pois apresenta uma estrutura dessa forma, fácil de ser apreendida pelos alunos e muito útil para a orientação na elaboração de seus textos. Apresenta sucintamente a questão, desenvolve argumentos e contra-argumentos necessários à discussão do assunto e à defesa do ponto de vista do jornal, baseados em uma ideia central. Finaliza expondo de modo condensado a posição adotada pelo jornal.

Segundo Maria Alice Faria, no livro “O Jornal em sala de aula”, “o editorial é o texto mais difícil de um jornal, pois é o que lida com idéias, argumentos, críticas, marcando a posição do jornal sobre os principais fatos do momento. Em sala de aula o editorial é, pois, o melhor

exercício para ensinar e levar o aluno a praticar as técnicas da dissertação” (118).

O editorial como fonte de informação para a elaboração/produção de outros gêneros texuais, no caso Carta do leitor.

ATIVIDADE PARA OS ALUNOS DOS 9º ANOS A, B, C, D, E, 

 

Leia novamente o editorial já analisado e discutido em sala de aula, e escreva a sua carta do leitor, endereçada ao Diretor do Jornal O Presente.  Algumas das cartas serão publicadas no jornal impresso e online.

As cartas deverão ser enviadas pelo email. verassatti@hotmail.com 

Acesso  o endereço :

http://www.opresente.com.br/blogs/editorial/rigidez-fundamental-7249/

 

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O celular como suporte de socialização.

SOCIALIZANDO SLOGANS – Para além dos muros do Colégio.

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O uso da tecnologia, com seus diferentes suportes, devem estar a serviço da educação, da comunidade e ou sociedade de forma geral, sempre no sentido de instruir, de partilhar e socializar os resultados dos trabalhos e ou produções realizadas no ambiente escolar.

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Pensando nisso os alunos dos 9º Anos do Colégio Estadual Eron Domingues, como um dos trabalhos de socialização, após concluírem inúmeras leituras, pesquisas, produções de diferentes gêneros textuais sobre os temas Bullying, cyberbullying e homofobia, repassaram via celulares, os slogans produzidos por eles em sala de aula, contra a prática de tais discriminações.

 

 

 

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Cada aluno elaborou seu texto e junto com o slogan escolhido enviou para outra 50 ou mais pessoas, solicitando para que estes por sua vez, transmitissem adiante.

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Como enfatiza Pier César Rivoltella “Os jovens de hoje são criados numa sociedade digital. Por isso, educar para os meios de comunicação é educar para a cidadania. Daí, a urgência da escola se integrar e essa realidade” Revista Nova Escola.

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 Atividades em relação ao gênero textual música. Estilo- RAP

Como já estudamos anteriormente, em sala de aula, e depois de ler e analisar as especificidades do gênero em questão, postado neste mesmo Blog, no dia 12/14/2013, cada aluno, individualmente ou em duplas, deverá:

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ATIVIDADE 01

(A) Pesquisar a letra  de um novo Rap, além do estudado em sala.

(B) Escutar com atenção e registrar os assuntos e ou/temas sobre o que fala a letra, lembrando que o estilo em questão é utilizado para evidenciar, denunciar ou enfatizar problemas, e ou dificuldades, envolvendo a sociedade de forma geral.

(C) Postar no Blog, no item, Gênero textual Música, a letra da música, ou parte dela, o endereço de onde foi tirada, o ou os autores, e a análise feita sobre a mesma.

 

ATIVIDADE 02.

Poderá ser feita em duplas, ou trios. (O início dos trabalhos será em sala de aula).

Criar, produzir, inventar a letra de um novo Rap, observando as especificidades e características do estilo.  Pensar, relembrar os temas trabalhados até agora: aceitação das diferenças, diversidade, bullying, cyberbullying, homofobia, o jovem atual- medos, desafios, e ações, para a construção de nova sociedade, de um mundo mais humano… de paz…

As letras deverão ser inéditas.

Cada grupo deverá enviar a sua letra para o emai..verassatti@hotmail.com.

Apresentar para os demais da sala, com ou sem música (base), ou filmado/gravado. Poderão ser utilizados diferentes suportes tecnológicos para as apresentações.

O grupo ficará responsável para comentar sobre a letra criada.

As datas para a entrega dos trabalhos será postada no facebook, do Colégio, da professora, e nos grupos fechados por turma.

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Gênero textual– Música

Gênero Textual  Música

A música é sem dúvida  uma alternativa ou “caminho” para auxiliar nas reflexões sobre diferentes temas presentes na sociedade contemporânea. Além de propiciar o desenvolvimento da leitura, oralidade  e escrita, é um dos  gêneros textuais  com características especificas, carregada de palavras em sentido conotativo, que  possibilita uma leitura crítica e interpretativa, objetivando à formação de leitores mais aguçados.

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RAP

O que é o Rap

A termo RAP significa rhythm and poetry ( ritmo e poesia ). O RAP surgiu na Jamaica na década de 1960. Este gênero musical foi levado pelos jamaicanos para os Estados Unidos, mais especificamente para os bairros pobres de Nova Iorque, no começo da década de 1970. Jovens de origens negra e espanhola, em busca de uma sonoridade nova, deram um significativo impulso ao RAP.

O rap tem uma batida rápida e acelerada e a letra vem em forma de discurso, muita informação e pouca melodia. Geralmente as letras falam das dificuldades da vida dos habitantes de bairros pobres das grandes cidades. As gírias das gangues destes bairros são muito comuns nas letras de música rap. O cenário rap é acrescido de danças com movimentos rápidos e malabarismos corporais. O break, por exemplo, é um tipo de dança relacionada ao rap. O cenário urbano do rap é formado ainda por um visual repleto de grafites nas paredes das grandes cidades.

Movimento Rap no Brasil

O rap surgiu no Brasil em 1986, na cidade de São Paulo. Os primeiros shows de rap eram apresentados no Teatro Mambembe pelo DJ Theo Werneck. Na década de 80,  as pessoas não aceitavam o rap, pois consideravam este estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia.

Na década de 1990, o rap ganha as rádios e a indústria fonográfica começa a dar mais atenção ao estilo. Os primeiros rappers a fazerem sucesso foram Thayde e DJ Hum. Logo a seguir começam a surgir novas caras no rap nacional: Racionais MCs, Pavilhão 9, Detentos do Rap, Câmbio Negro, Xis & Dentinho, Planet Hemp e Gabriel, O Pensador.

O rap começava então a ser utilizado e misturado por outros gêneros musicais. O movimento mangue beat, por exemplo, presente na música de Chico Science & Nação Zumbi fez muito bem esta mistura.

Nos dias de hoje o rap está incorporado no cenário musical brasileiro. Venceu os preconceitos e saiu da periferia para ganhar o grande público. Dezenas de cds de rap são lançados anualmente, porém o rap não perdeu sua essência de denunciar as injustiças, vividas pela pobre das periferias das grandes cidades.

Veja mais

http://www.suapesquisa.com/rap/  

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http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/lado-bom-424405.shtml

Assista ao  vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=UFpY-rHsbr0

Lado Bom

Periferia tem seu lado bom
Manos, vielas e futebol no campão
Meninas com bonecas e não com filhos
Planejando assim um futuro positivo

Sua paz é você que define
Longe do álcool, longe do crime
A escola é o caminho do sucesso
Pro pobre honrar desde o começo

E dizer bem alto que somos a herança
De um país que não promoveu as mudanças
Sem atrasar ninguém, rapaz
Fazendo sua vida se adiantar na paz

Jogando bolinha, jogando peão
Vi nos olhos da criança a revolução
Que solta a pipa pensando em voar
Para não ver o barraco que era o seu lar

Periferia lado bom o que você me diz
Alguns motivos pra te deixar feliz
Longe do álcool, longe do crime
Sua paz é você que define

(*)E nessa pipa no céu eu vi planar
A paz necessária para se avançar
Ânimo, positividade em ação
Hip hop cultura de rua e Educação

Foi assim que criaram e assim que tem que ser
O mestre-de-cerimônia rimando pra você
Enquanto o DJ troca as bases
O grafiteiro pinta todo o contraste

Da favela pro mundo
O caminho do rap pelo estudo
Por isso eu não me iludo
Roupa de marca não é meu escudo

Detentos, já te disse no começo
E estudar do sucesso é o preço
Porque a fama não cabe num coração pequeno
Então positividade pra vencer, vai vendo

Longe do crime, longe da dor,
Devemos dar valor ao professor
Vamos planejar um futuro positivo
Para desarmar todo o povo sofrido

Armas no chão, flores nas mãos
União para salvar uma nação
Se liga no que eu vou te falar
No mundo das drogas não pode entrar

Se liga no que eu vou te dizer
Pra depois você não se arrepender
O teu fim não pode ser assim
A rima que eu faço faz parte de mim

O estudo é o escudo, já disse tudo
Valorizar as minas no próximo futuro
Armas no chão, flores nas mãos
União pra salvar uma nação

Canção de Ferréz*
Ilustrada com grafite de Jana Joana e Vitché
Foto: Rogério Albuquerque

Em breve será postada a atividade de produção.